Nova Técnica Cirúrgica Pode Acabar com "Corcunda"


Uma nova técnica cirúrgica promete corrigir a cifose, curvatura da parte superior das costas, normalmente observada em idosos. O neurocirurgião Eduardo Barreto trouxe a técnica para o Brasil há cerca de um ano e explica que o procedimento compensa o desgaste das vértebras causado pela osteoporose. “As pessoas idosas vão se curvando ao longo dos anos. Isso ocorre porque as vértebras, que são quadradas, se quebram na parte frente e a coluna vai envergando. Trata-se de fraturas por compressão da coluna que causam o que chamamos de cifose progressiva”, conta Barreto.

Cirurgia dura 40 minutos

“O procedimento é minimamente invasivo e consiste em colocar um balão dentro das vértebras quebradas. Ele é, então, inflado, o que faz a vértebra voltar à posição original. O balão, no entanto, só serve para abrir espaço, pois se coloca enxerto de acrílico em seu lugar”, completa o médico, que acrescenta que a operação tem duração de 40 minutos. “A operação reverte a cifose e alivia quase que imediatamente a dor. No dia seguinte, o paciente retorna para casa”,

Avanços

Barreto explica ainda que a técnica usada surgiu nos Estados Unidos em 2002 e já avançou. No III Simpósio Internacional de Coluna, que aconteceu nos dias 1º e 2 de agosto, foram discutidas pesquisas sobre como o procedimento pode ser aplicado a casos de trauma ou tumor na coluna. “A técnica progrediu graças a pesquisas feitas no exterior e nós queremos trazer para o Brasil”, disse o médico, ao lembrar que a cifoplastia já representa um passo adiante em relação a um outro procedimento mais antigo, a vertebroplastia.

fonte: Revista G1

Saúde:Travesseiro Anti Ronco

Li essa notícia no portal MSN e pensei: “Seus Problemas Acabaram…”. Mas acho que não é bem assim. Na verdade o tal travesseiro anti-ronco inventado pelos japoneses trata-se apenas de um dispositivo que ‘avisa’ o roncador quando este começa a roncar.
O travesseiro anti-ronco, France Bed, traz sensores que conseguem detectar os roncos e começa a vibrar, isso faz com que o sonoro dorminhoco mude de posição e pare ou diminua o volume do seu ronco.Além de três níveis de vibração, a invenção traz também um microfone que permite gravar a incômodo ronco.
Funciona com quatro pilhas AAA que duram cerca de 8 horas. Pesa 700 gramas e mede 510×326x80mm o preço no mercado japonês é de cerca de US$ 290.
Na prática não resolveria o meu principal problema com o ronco: acordar com frequência no meio da noite o que compromete o meu sono e me deixa muitas vezes cansado no dia seguinte. Aliás esse tal travesseiro anti-ronco France Bed provavelmente iria piorar o meu sono pois a cada vez que eu começasse a roncar ele vibraria e me acordaria.

Mas já estou tomando outras providências para voltar a dormir bem. Voltei às caminhadas e a controlar a alimentação, fazendo um esforço prá perder peso pois sem dúvida a obesidade é um dos principais fatores que provocam o ronco.

Via TECHGURU

A Polemica da Lei da Biosegurança

No relatório do ministro Carlos Brito do Supremo Tribunal Federal, relator no caso da ação direta de Inconstitucionalidade proposta contra o artigo 5º da “Lei da Biossegurança”, são citados dois trechos pronunciados por cientistas que sintetizam a posição das partes que discordam quanto o que representa o embrião humano fertilizado in-vitro:

O primeiro é um trecho da explanação proferida pela Drª Mayana Zatz, professora de genética da Universidade de São Paulo:

“Pesquisar células embrionárias obtidas de embriões congelados não é aborto. É muito importante que isso fique bem claro. No aborto, temos uma vida no
útero que só será interrompida por intervenção humana, enquanto que, no embrião congelado, não há vida se não houver intervenção humana. É preciso haver intervenção humana para a formação do embrião, porque aquele casal não conseguiu ter um embrião por fertilização natural e também para inserir no útero. E esses embriões nunca serão inseridos no útero. É muito importante que se entenda a diferença”.

O segundo trecho citado pelo ministro relator é da Drª Lenise Aparecida Martins Garcia, professora do Departamento de Biologia Celular da Universidade de Brasília que repsenta a corrente que se opõe a Lei da Biosegurança no que se refere a pesquisa com células tronco de embriões fecundados em laboratório:

“Nosso grupo traz o embasamento científico para afirmarmos que a vida humana começa na fecundação, tal como está colocado na solicitação da Procuradoria. (…) Já estão definidas, aí, as características genéticas desse indivíduo; já está definido se é homem ou mulher nesse primeiro momento (…). Tudo já está definido, neste primeiro momento da fecundação. Já estão definidas eventuais doenças genéticas (…). Também já estarão aí as tendências herdadas: o dom para a música, pintura, poesia. Tudo já está ali na primeira célula formada. O zigoto de Mozart já tinha dom para a música e Drummond, para a poesia.

Tudo já está lá. É um ser humano irrepetível”.

Estes dois trechos mostram resumidamente que a discussão é muito ampla tendo todos os lados suas razões e justificativas sejam científicas, religiosas ou morais.

O artigo em discussão e que foi objeto da ação direta de inconstitucionalidade é esse:

“Art. 5o É permitida, para fins de

pesquisa e terapia, a utilização de células tronco

embrionárias obtidas de embriões humanos

produzidos por fertilização in vitro e não

utilizados no respectivo procedimento,

atendidas as seguintes condições:

I – sejam embriões inviáveis; ou

II – sejam embriões congelados há 3

(três) anos ou mais, na data da publicação

desta Lei, ou que, já congelados na data da

publicação desta Lei, depois de completarem 3

(três) anos, contados a partir da data de

congelamento.

§ 1o Em qualquer caso, é necessário

o consentimento dos genitores.

§ 2o Instituições de pesquisa e

serviços de saúde que realizem pesquisa ou

terapia com células-tronco embrionárias humanas

deverão submeter seus projetos à apreciação e

aprovação dos respectivos comitês de ética em

pesquisa.

§ 3o É vedada a comercialização do

material biológico a que se refere este artigo

e sua prática implica o crime tipificado no art.

15 da Lei no 9.434, de 4 de fevereiro de 1997.”


O argumento do autor da ação é de que esses dispositivos contrariam “a inviolabilidade do

direito à vida, porque o embrião humano é vida humana, e faz ruir fundamento maior do Estado democrático de direito, que radica na preservação da dignidade da pessoa humana”

Quem quiser ler na íntegra o relatório e voto do Ministro Carlos Ayres Brito pode baixar ou acessá-lo no seguinte endereço:

http://www.stf.gov.br/arquivo/cms/noticiaNoticiaStf/anexo/adi3510relator.pdf

Anunciada Novo Medicamento Capaz de Aliviar Sintomas da Demencia em Minutos

Uma nova descoberta pode sugerir novos rumos no tratamento de pacientes de Alzheimer. Num estudo publicado recentemente, cientistas americanos do Instituto de Pesquisa Neurológica e no Departamento de Neurologia da University of Southern California (EUA), relatam que injetaram o medicamento etanercepte na espinha de um paciente de 81 anos que sofre de demência em estágio avançado e constataram observaram após alguns poucos minutos uma importante melhora em sua memória .

Primeiro os médicos avaliaram o desempenho do paciente em testes cognitivos antes de administrarem a injeção com o medicamento. Antes, o doente não conseguia lembrar nem mesmo o nome do médico que lhe tratava, tampouco ele lembrava do ano atual ou o Estado onde morava. Fora isso, o paciente tinha dificuldades em cálculos simples e não consguia identificar mais de duas espécies de animais.

Apenas dez minutos depois do remédio começar a fazer efeito já era possivel perceber uma melhora geral no paciente pois ele se mostrava mais mais calmo, mais atento e significativamente melhor humorado. Passou a se lembrar que morava na Califórnia além do dia da semana e do mês. Passou a identificar também cinco animais além de ter uma significativa melhora em testes de cálculo.

O novo remédio age suprimindo a ação do fator de neurose tumoral alfa (TNF), substância encontrada em índices elevados em pacientes com o Mal de Alzheimer.

A esposa do paciente ficou tão entusiasmada com os resultados dos testes que chegou a afirmar que a melhora parecia “uma história de ficção científica”. “Ele não era a mesma pessoa, estava mais esclarecido e organizado. Quase caímos da cadeira quando vimos o que aconteceu”, contou ela. Declaração semelhante foi dada pelo filho do paciente que afirmou que a reação do pai logo após a injeção foi “a coisa mais memorável que eu já vi”.

Os médicos alertam que embora a pesquisa seja altamente promissora, o sucesso com o uso dessa substância em apenas um paciente não significa que o tratamento será eficaz em todos os pacientes que sofrem de demência.

Neil Hunt, da Alzheimer Society, afirma que é crucial levar o estudo adiante e que novas pesquisas sejam desenvolvidas antes de chegar a qualquer conclusão sobre o TBF alfa e o desenvolvimento do Mal de Alzheimer.

Criança sem cérebro completa um ano de vida desafiando as previsões

Fotos Celio Messias e Joel Silva/Folha Imagem

Amanhã, dia 20 de novembro a menina Marcela de Jesus Galante Ferreira vai completar 1 ano de vida. Ela é um bebê gordinho que ouve, sorri, reage à luz, senta-se normalmente, emite sons e tenta ficar de pé. Esses poderiam ser os indicativos de que Marcela fosse uma criança normal mas infelizmente não é.

Ela é portadora de uma anomalia congênita chamada anencefalia, ou ausência de cérebro, confirmada por exame de ressonância magnética feito na semana passada. Embora alguns especialistas ainda questionem o diaganóstico de anencefalia devido às atividades exercidas pela crianaça.

O bebê resiste resiste graças às funções básicas mantidas pelo tronco encefálico, a única estrutura do sistema nervoso de que dispõe. Composto de fibras nervosas, o tronco encefálico garante os batimentos cardíacos, a respiração e alguns movimentos de sucção. Nada mais. Os bebês anencéfalos, em geral, não duram mais do que três semanas. Marcela é um caso raro na medicina.

Seu caso estimula ainda mais o protesto de grupos anti-aborto já que a justiça permite a interrupção da gestação quando é diagnosticada a anencefalia. Marcela foi, inclusive, o símbolo de uma passeata antiaborto organizada em São Paulo, em março passado, que reuniu 5.000 fiéis católicos, espíritas e evangélicos. O geneticista Thomaz Gollop, especialista em medicina fetal do Hospital Albert Einstein afirma que “É impossível prever quanto o corpo da garotinha vai resistir. Mas é certo que a sua deformidade é absolutamente letal e, contra ela, não há escapatória”.. Para a medicina, Marcela é apenas uma exceção por sua resistência acima da média esperada para casos similares.

O que ocorre na maioria dos casos como este é o falecimento do bebê apenas algumas horas após o nascimento. Seus pais, Cacilda e Dionísio, que são trabalhadores agrícolas na cidade de Patrocínio Paulista, no interior de São Paulo e nem sequer já tinham ouvido falar desse problema congênito. Apesar do diagnóstico confirmado por um exame de ultra-som de rotina, no quarto mês de gestação, a mãe negou-se a interromper a gravidez. Apesar da permissão do aborto de anencéfalos não estar prevista no Código Penal, a maioria dos juízes concede alvarás para a interrupção desse tipo de gestação. Por isso os médicos lhe deram uma semana para pensar.

Resoluta em levar adiante a gravidez aos pais da menina que são católicos fervorosos colocaram lhe o segundo nome ‘de Jesus’ .

“A partir daquele momento, ela nunca mais foi minha. Foi entregue a Deus”, diz a mãe Cacilda.

Segundo a pediatra Márcia Beani a ressonância magnética também mostrou que todo o conduto auditivo da menina é bem formado e perfeito. Apesar de toda a polêmica envolvendo o caso de Marcela, a pediatra reaforma que trata-se comprovadamente de uma anecefalia mas não do tipo comum: “Ela é um bebê anencéfalo, essa região do cérebro dela está preenchida por líquido, mas não é um exemplo de anencefalia descrita na literatura médica porque ela, de alguma maneira, ainda interage com a mãe, com o ambiente e seu tronco encefálico realiza funções. Um caso clássico de má-formação não teria sobrevivido por tanto tempo ou estaria vegetando, o que não é o caso dela desde que nasceu.” disse a pediatra.


Na ilustração ao lado a anencefalia é demonstrada na figura da direita

Ricardo Barini, coordenador do Programa de Medicina Fetal e Imunologia da Reprodução da Unicamp, afirma que embora a ressonância possa diagnosticar com precisão a anencefalia desde o útero, ela também apontaria a exsitência da membrana que reveste a cabeça de Marcela: “Na anencefalia a criança nasce com a cabeça totalmente aberta, mas se ela tem uma membrana que protege a parte superior e chega a ter cabelo na parte de baixo da cabeça, é outro tipo de má-formação, pode ser um diagnóstico mal concluído.” observa o médico.

A mãe da menina é quem controla a alimentação de Marcela por sonda além de ter aprendido a colocá-la no concentrador de oxigênio, um aparelho elétrico em forma de capacete que aumenta a oferta de ar quando a criança tem dificuldade de respirar. O consumo de energia elétrica desse aparelho fez a conta de luz da casa saltar de 30 para 200 reais por mês.

Os médicos ficam surpresos com o desenvolvimento de Marcela pois ela já passou por três resfriados, convulsão e febre e chegou a receber uima transfusão sangüínea para combater uma anemia mas no entanto já está com 12 quilos, acima do esperado para um bebê da sua idade.

A família de Marcela que tem ainda mais duas irmãs mais velhas Débora, de 18 anos, e Dirlene, de 15 age como se o bebê não fosse diferente de outra criança normal. Além de estar em dia com as vacinações ela toma ferro e vitaminas, como qualquer criança da mesma faixa etária. Mesmo tendo os olhos cegos projetados para fora e de a parte superior da cabeça ser disforme, a família lhe tira fotos em que o bebê aparece usando um apenas um gorro.

“Minha filha é muito carinhosa. As pessoas ficam tão encantadas com ela que não ligam para o formato de sua cabecinha. Olha só as dobrinhas do braço. Ó o barrigão” diz a mãe.

Marcela se mexe e ergue o corpo tentando ficar em pé com frequência o que levou a médica a diminuir a quantidade de alimentos evitandoi o sobrepeso que prejudicaria ainda mais o bebê. Apesar da alimentação ser administrada por uma sonda, parte da papinha é dada na colher.

Hoje a menina está menos dependente do capacete de oxigênio para respirar, chegando a ficar 12 horas sem o aparelho.

Na Holanda, no início dos anos 2000 a opinião pública se dividiu em relação ao caso de uma menina chamada Anna que nasceu com graves malformações do cérebro e da coluna vertebral. Quando fez 4 semanas de vida seus pais pediram aos médicos que a vida dela fosse interrompida. Após muita polêmica e discussão em torno do tema houve uma mudança de legislação e a eutanásia neonatal passou a ser permitida.

A falta de ácido fólico (uma vitamina do complexo B) durante a gravidez é apontada como a principal causa da anencefalia. Para prevenir o médico poderá receitar comprimidos de ácido fólico um mês antes da gravidez e no primeiro trimestre de gestação. Esta substância também é encontrada em verduras como espinafre e brócolis. Mas lembre-se: Qualquer remédio ou suplemento alimentar deve ser supervisionado por um médico.

Referências:

Jornal Zero Hora

REVISTA VEJA

Criança Nasce com 4 braços e 4 pernas assista ao vídeo

Após uma exaustiva cirurgia de 24 horas, cirurgiões indianos liderados pelo médico Sharan Patil tiveram êxito na operação de uma menina de dois anos que nasceu com quatro braços e quatro pernas.

A equipe de 30 cirurgiões da cidade de Bangalore removeram os membros extras e conseguiram preservar seus órgãos além de terem reconstituído a região pélvica da criança.

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Foto e video da Menina com 4 braços e 4 pernas

Após uma exaustiva cirurgia de 24 horas, cirurgiões indianos liderados pelo médico Sharan Patil tiveram êxito na operação de uma menina de dois anos que nasceu com quatro braços e quatro pernas.

A equipe de 30 cirurgiões da cidade de Bangalore removeram os membros extras e conseguiram preservar seus órgãos além de terem reconstituído a região pélvica da criança.

Por receio dos moradores da população local que é extremamente supersticiosa e já estarem considerando a menina uma reencarnação de uma deusa hindu, os pais da criança a mantinham escondida em sua casa numa área rural ao norte da índia. Houve inclusive propostas de comprá-la para exibi-la num circo.

A pequena Lakshmi nasceu unida pelo pélvis a uma “gêmea parasita” que parou de se desenvolver no útero da mãe. O feto sobrevivente absorveu os membros, rins e outros órgãos do feto subdesenvolvido. As chances de sobrevivência neste raro caso da medicina eram boas devido ao fato de que a menina não estava unida ao outro feto pelo coração ou cérebro.


Após uma noite inteira de esforços, neurologistas conseguiram separar as espinhas unidas, enquanto cirurgiões ortopedistas removiam a maior parte da “parasita”, separando órgãos e estruturas que pertenciam a Lakshmi.

Mas as complicações foram ainda maiores. Os médicos além de reconstituir a parte inferior do tronco da menina, tiveram que transplantar um rim bom da gêmea em Lakshmi. Os médicos adiantam que mais adiante ela precisará de nova cirurgia para dar uma forma normal aos pés, permitindo que ela caminhe sem problemas.

Pessoas nascidas com deformidades no interior da Índia são muitas vezes vistas como reencarnações de divindades.

Lakshmi foi batizada com o nome da deusa hindu da boa sorte, cuja aparência é retratada com quatro braços.Segundo contou seu pai ela é tratada como uma deusa na vila.
Assista abaixo o vídeo sobre a cirurgia da menina:

Via: REPÓRTER DIÁRIO

Triglicerídios Alto: O que devo comer agora?

Já vinha me conscientizando há algum tempo da necessidadde de redução de peso. Dieta e exercícios, a velha dupla sempre funciona nesses casos.

Aditivos no Refrigerante aumentam a Hiperatividade nas Crianças

Cientistas ingleses concluem que certos aditivos químicos encontrados em alimentos podem piorar o comportamento hiperativo em crianças na idade de 3 a nove anos.

Uma equipe da Universidade de Southampton afirmou esta semana que testes em mais de 300 crianças mostraram diferenças importantes em seus comportamentos ao ingerirem refrigerantes contendo corantes e conservantes artificiais.

“Estas descobertas mostram que esse efeito não afeta apenas crianças que já tenham um alto grau de hiperatividade, mas também pode ser percebido tanto em indivíduos com qualquer grau de hiperatividade quanto na população em geral” afirmaram os pesquisadores em seu estudo publicado pelo  Lancet Journal.

A equipe do Dr Jim Stevenson que tem estudado os efeitos causados nas crianças pelos aditivos usados pela indústria alimentícia, fez duas misturas para serem testadas em um grupo de crianças de 3 anos e num segundo grupo composto de crianças com idade de 8 a nove anos.

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Área do cérebro pode explicar mania de guardar ‘coisas inúteis’

Pessoas que acumulam itens aparentemente inúteis podem colocar a culpa em uma área de seus cérebros.
(B.B.C.) Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Iowa localizou uma região no lóbulo frontal que parece controlar esse comportamento.
Segundo os cientistas, o hábito de guardar coisas que não usamos está ligado à Desordem Obsessiva-Compulsiva (DOC), mas ainda não se sabe o que o desencadeia ou se é uma condição única.
O estudo, publicado no jornal especializado Brain, salienta que há cada vez mais evidências de que tal comportamento tem seu próprio mecanismo.
Correspondência
DOC é uma desordem de ansiedade em que a pessoa é coagida por medos irracionais ou determinados pensamentos a repetir ações.
Pode manifestar-se em hábitos como lavar as mãos excessivamente, estar sempre limpando a casa ou checar alguma coisa constantemente.
Mas algumas pessoas têm uma compulsão por guardar coisas – um hábito que vai além do comportamento de um colecionador.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia já mostraram que as pessoas com DOC que também acumulam coisas inúteis têm uma atividade cerebral diferente dos demais pacientes com DOC.
Para entender melhor a causa desse comportamento, Steven Anderson e sua equipe analisaram 13 pessoas que desenvolveram tal compulsão após terem sofrido um dano cerebral.
Eles definiram o hábito como anormal caso ele fosse extensivo, as coisas guardadas não fossem úteis ou bonitas e se a pessoa não estava disposta a se desfazer de sua coleção.
Alguns dos pacientes, por exemplo, encheram suas casas com correspondência inútil ou ferramentas quebradas.
Os pesquisadores escanearam os cérebros dos pacientes e compararam com outros 73 pacientes que sofreram danos mas que não apresentavam hábitos anormais.
Terapia
Anderson disse ter encontrado uma diferença óbvia.
“Danos na parte do lóbulo frontal do córtex, particularmente no lado direito, foram encontrados nos indivíduos com comportamento anormal”, contou o pesquisador.
“Pacientes com DOC e outras desordens, como esquizofrenia, Síndrome Tourette e certas demências, podem ter comportamento patológicos similares, mas não sabemos onde o problema está ocorrendo dentro do cérebro.”
Naomi Fineberg, especialista em DOC do Hospital Queen Elizabeth, na Grã-Bretanha, disse: “Esses estudos, que ainda são iniciais, estão começando a confirmar que acumular coisas inúteis pode ser diferente da DOC”.
“Quanto mais entendermos sobre a neurobiologia desse comportamento, mais poderemos pensar em como tratá-lo”, comentou a cientista.
Mas Paul Salkovskis, do Instituto de Psiquiatria, do King’s College, em Londres, discorda: “Identificar qual a área do cérebro é afetada não ajuda você no tratamento de forma alguma”.
“Não há evidências de que qualquer diferença biológica entre esses pacientes. A resposta é terapia comportamental cognitiva.”

Via ZAMBEZIA ONLINE