Funerária Oferece Caixões Reciclados a Seus Clientes

Recentemente uma funerária australiana está oferecendo caixões feitos de papel reciclado como parte de política de tornar os funerais ambientalmente corretos.

Os caixões são feitos de uma fibra feita de papel e coldos com uma cola natural que não emite gases poluentes durante a cremação.

Na onda de reciclagem, só falata aparecer a reciclagem de sogras como sugere a charge ao lado.

Prova de Fogo à credibilidade do Digg

O popular site Digg.com, determina a importância de assuntos através de indicação e votação de seus membros. Desta forma a medida que um assunto vai sendo votado ele vai ganhando posições até ficar entre os mais populares em seu ranking.

Recentemente sua credibilidade foi posta a prova. O rebuliço começou quando os executivos do Digg começaram a remover posts que continham uma chave mestre necessária para quebrar o código de proteção contra cópias do HD-DVD. A iniciativa de censura iniciou após uma carta recebida que alertava para a violação de direitos de propriedade intelectual de uma companhia.Além de remover as postagens o Digg iniciou a remover as contas dos usuários que publicaram o código chave. Mas depois voltou atrás e encarou a bronca com a indústria que ameaçou tirar o site fora do ar. Veja aqui o pronunciamento de Kevin Rose sobre o assunto.

Resumidamente ele diz que como fundador do Digg ele sempre deixou que a própria comunidade de usuários fizessem a moderação dos assuntos indicados. Ocasionalmente o pessoal do Digg remove histórias que violem termos de uso (links para pornigrafia, downloads ilegais, etc). Então a decisão de remover histórias que continham o código do HD-DVD baseados numa ameaça de uma indústria ou mantê-las e correr o risco do site sair do ar tinha que ser tomada. Decidiram num primeiro momento removê-las e passaram a por em prática a determinação.
Mas então, ao ver as milhares de manifestações de leitores decidiram que preferiam ver o Digg sair fora do ar lutando do que se curvar a uma grande companhia. Kevin afirma que ouviu os membros da comunidade e não vão mais deletar hitórias e comentários envolvendo o código e irão lidar com qualquer consequência que essa decisão possa implicar. S
E encerra dizendo: “Se perdermos, pelo menos morremos tentando.”

Via: Computerworld

Bola de Fogo nos céus de Porto Alegre

A esquerda uma foto de um bólido no céu da inglaterra tirada por Jon Burnett

Houveram relatos de avistamentos de uma bola de fogo cruzando o céu do Rio Grande do Sul entre as 22hs desta segunda-feira (14/05/2007) e as 4:00 hs de hoje (terça-feira 15/05/2007). Segundo testemunhas um objeto incandescente semelhante ao uma bola de fogo passou lentamente deixando, segundo alguns um rastro de fumaça para trás. O fenômeno, segundo o astrônomo gaúcho Augusto Leitão, trata-se de um bólido que teria entrado na atmosfera da terra. Este tipo de fenômeno pode ser acompanhado de ruídos característicos, o que explicaria a inquietação dos cães na grande Porto Alegre relatadas por alçgumas testemunhas.
Um fireball ou bólido é outra forma de chamar um meteoro muito luminoso, de magnitude igual ao planeta Vênus ou maior. No final o bólido explode em um luminoso flash quando sua fragmentação pode ser vista.É interessante informar este tipo de avistamento relatando todos os detalhes às sociedades de astronomia. Veja como fazer isso AQUI
Em 2003 um a chuva de meteoritos atingiu uma localidade no estado de Orissa na Índia causando pânico entre os moradores.
Algumas pessoas atingidas pelos fragmentos incandescentes foram inclusive hospitalizadas.
Os cientistas entretanto garantem que o risco de ser morto atingido por um meteoro são muito remotas.

Site Quente para Cegos, Surdos e outros


A MXN, afiliada da downloadpass.com comprou nesta terça-feira o domínio Porn.com por 9,5 milhões de dólares na maior venda em dinheiro de um domínio na história. O negócio evidencia o crescimento deste tipo de conteúdo na internet. Em 2005 o site sex.com foi negociado por US$ 12 milhões, porém pago em dinheiro e ações.
O site em si Porn.Com ainda não está desenvolvido mas em breve deverá aproveitar os milhares de internautas que procuram pelo domínio.
São aguardados para breve ainda negócios envolvendo os domínios student.com, naked.com, cardiology.com, amstersdam.com, musicians.com e scotland.com por valores astronômicos. Registrar e vender domínios tem se tornado um negócio bastante lucrativos para empresas que dispõe de recursos financeiros para manter o custo de milhares de domínios enquanto os oferecem para vendê-los.
Mas curioso mesmo é o site do designer Lloyd Chambers chamado SoundsDirty.com. Ele é voltado para cegos, deficientes visuais, e também auditivos (apresentando´vídeos eróticos com legenda)
Além de histórias eróticas narradas por vozes femininas sensuais e descrições detalhadas de fotos picantes, para os que não são totalmente cegos, têm a opção de ampliar as imagens.
Mais de 140 milhões de internautas no mundo têm dificuldades para usar todos os recursos da web por conta de deficiências visuais ou auditivas, segundo levantamento citado por Chambers. E isso o motivou para desenvolver conteúdo erótico para este público específico.

Via: Terra

Site Pornô para Cegos, Surdos e outros


A MXN, afiliada da downloadpass.com comprou nesta terça-feira o domínio Porn.com por 9,5 milhões de dólares na maior venda em dinheiro de um domínio na história. O negócio evidencia o crescimento deste tipo de conteúdo na internet. Em 2005 o site sex.com foi negociado por US$ 12 milhões, porém pago em dinheiro e ações.
O site em si Porn.Com ainda não está desenvolvido mas em breve deverá aproveitar os milhares de internautas que procuram pelo domínio.
São aguardados para breve ainda negócios envolvendo os domínios student.com, naked.com, cardiology.com, amstersdam.com, musicians.com e scotland.com por valores astronômicos. Registrar e vender domínios tem se tornado um negócio bastante lucrativos para empresas que dispõe de recursos financeiros para manter o custo de milhares de domínios enquanto os oferecem para vendê-los.
Mas curioso mesmo é o site do designer Lloyd Chambers chamado SoundsDirty.com. Ele é voltado para cegos, deficientes visuais, e também auditivos (apresentando´vídeos eróticos com legenda)
Além de histórias eróticas narradas por vozes femininas sensuais e descrições detalhadas de fotos picantes, para os que não são totalmente cegos, têm a opção de ampliar as imagens.
Mais de 140 milhões de internautas no mundo têm dificuldades para usar todos os recursos da web por conta de deficiências visuais ou auditivas, segundo levantamento citado por Chambers. E isso o motivou para desenvolver conteúdo erótico para este público específico.

Via: Terra

Área do cérebro pode explicar mania de guardar ‘coisas inúteis’

Pessoas que acumulam itens aparentemente inúteis podem colocar a culpa em uma área de seus cérebros.
(B.B.C.) Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Iowa localizou uma região no lóbulo frontal que parece controlar esse comportamento.
Segundo os cientistas, o hábito de guardar coisas que não usamos está ligado à Desordem Obsessiva-Compulsiva (DOC), mas ainda não se sabe o que o desencadeia ou se é uma condição única.
O estudo, publicado no jornal especializado Brain, salienta que há cada vez mais evidências de que tal comportamento tem seu próprio mecanismo.
Correspondência
DOC é uma desordem de ansiedade em que a pessoa é coagida por medos irracionais ou determinados pensamentos a repetir ações.
Pode manifestar-se em hábitos como lavar as mãos excessivamente, estar sempre limpando a casa ou checar alguma coisa constantemente.
Mas algumas pessoas têm uma compulsão por guardar coisas – um hábito que vai além do comportamento de um colecionador.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia já mostraram que as pessoas com DOC que também acumulam coisas inúteis têm uma atividade cerebral diferente dos demais pacientes com DOC.
Para entender melhor a causa desse comportamento, Steven Anderson e sua equipe analisaram 13 pessoas que desenvolveram tal compulsão após terem sofrido um dano cerebral.
Eles definiram o hábito como anormal caso ele fosse extensivo, as coisas guardadas não fossem úteis ou bonitas e se a pessoa não estava disposta a se desfazer de sua coleção.
Alguns dos pacientes, por exemplo, encheram suas casas com correspondência inútil ou ferramentas quebradas.
Os pesquisadores escanearam os cérebros dos pacientes e compararam com outros 73 pacientes que sofreram danos mas que não apresentavam hábitos anormais.
Terapia
Anderson disse ter encontrado uma diferença óbvia.
“Danos na parte do lóbulo frontal do córtex, particularmente no lado direito, foram encontrados nos indivíduos com comportamento anormal”, contou o pesquisador.
“Pacientes com DOC e outras desordens, como esquizofrenia, Síndrome Tourette e certas demências, podem ter comportamento patológicos similares, mas não sabemos onde o problema está ocorrendo dentro do cérebro.”
Naomi Fineberg, especialista em DOC do Hospital Queen Elizabeth, na Grã-Bretanha, disse: “Esses estudos, que ainda são iniciais, estão começando a confirmar que acumular coisas inúteis pode ser diferente da DOC”.
“Quanto mais entendermos sobre a neurobiologia desse comportamento, mais poderemos pensar em como tratá-lo”, comentou a cientista.
Mas Paul Salkovskis, do Instituto de Psiquiatria, do King’s College, em Londres, discorda: “Identificar qual a área do cérebro é afetada não ajuda você no tratamento de forma alguma”.
“Não há evidências de que qualquer diferença biológica entre esses pacientes. A resposta é terapia comportamental cognitiva.”

Via ZAMBEZIA ONLINE

Área do cérebro pode explicar mania de guardar ‘coisas inúteis’

Pessoas que acumulam itens aparentemente inúteis podem colocar a culpa em uma área de seus cérebros.
(B.B.C.) Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Iowa localizou uma região no lóbulo frontal que parece controlar esse comportamento.
Segundo os cientistas, o hábito de guardar coisas que não usamos está ligado à Desordem Obsessiva-Compulsiva (DOC), mas ainda não se sabe o que o desencadeia ou se é uma condição única.
O estudo, publicado no jornal especializado Brain, salienta que há cada vez mais evidências de que tal comportamento tem seu próprio mecanismo.
Correspondência
DOC é uma desordem de ansiedade em que a pessoa é coagida por medos irracionais ou determinados pensamentos a repetir ações.
Pode manifestar-se em hábitos como lavar as mãos excessivamente, estar sempre limpando a casa ou checar alguma coisa constantemente.
Mas algumas pessoas têm uma compulsão por guardar coisas – um hábito que vai além do comportamento de um colecionador.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia já mostraram que as pessoas com DOC que também acumulam coisas inúteis têm uma atividade cerebral diferente dos demais pacientes com DOC.
Para entender melhor a causa desse comportamento, Steven Anderson e sua equipe analisaram 13 pessoas que desenvolveram tal compulsão após terem sofrido um dano cerebral.
Eles definiram o hábito como anormal caso ele fosse extensivo, as coisas guardadas não fossem úteis ou bonitas e se a pessoa não estava disposta a se desfazer de sua coleção.
Alguns dos pacientes, por exemplo, encheram suas casas com correspondência inútil ou ferramentas quebradas.
Os pesquisadores escanearam os cérebros dos pacientes e compararam com outros 73 pacientes que sofreram danos mas que não apresentavam hábitos anormais.
Terapia
Anderson disse ter encontrado uma diferença óbvia.
“Danos na parte do lóbulo frontal do córtex, particularmente no lado direito, foram encontrados nos indivíduos com comportamento anormal”, contou o pesquisador.
“Pacientes com DOC e outras desordens, como esquizofrenia, Síndrome Tourette e certas demências, podem ter comportamento patológicos similares, mas não sabemos onde o problema está ocorrendo dentro do cérebro.”
Naomi Fineberg, especialista em DOC do Hospital Queen Elizabeth, na Grã-Bretanha, disse: “Esses estudos, que ainda são iniciais, estão começando a confirmar que acumular coisas inúteis pode ser diferente da DOC”.
“Quanto mais entendermos sobre a neurobiologia desse comportamento, mais poderemos pensar em como tratá-lo”, comentou a cientista.
Mas Paul Salkovskis, do Instituto de Psiquiatria, do King’s College, em Londres, discorda: “Identificar qual a área do cérebro é afetada não ajuda você no tratamento de forma alguma”.
“Não há evidências de que qualquer diferença biológica entre esses pacientes. A resposta é terapia comportamental cognitiva.”

Via ZAMBEZIA ONLINE

Área do cérebro pode explicar mania de guardar ‘coisas inúteis’

Pessoas que acumulam itens aparentemente inúteis podem colocar a culpa em uma área de seus cérebros.
(B.B.C.) Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Iowa localizou uma região no lóbulo frontal que parece controlar esse comportamento.
Segundo os cientistas, o hábito de guardar coisas que não usamos está ligado à Desordem Obsessiva-Compulsiva (DOC), mas ainda não se sabe o que o desencadeia ou se é uma condição única.
O estudo, publicado no jornal especializado Brain, salienta que há cada vez mais evidências de que tal comportamento tem seu próprio mecanismo.
Correspondência
DOC é uma desordem de ansiedade em que a pessoa é coagida por medos irracionais ou determinados pensamentos a repetir ações.
Pode manifestar-se em hábitos como lavar as mãos excessivamente, estar sempre limpando a casa ou checar alguma coisa constantemente.
Mas algumas pessoas têm uma compulsão por guardar coisas – um hábito que vai além do comportamento de um colecionador.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia já mostraram que as pessoas com DOC que também acumulam coisas inúteis têm uma atividade cerebral diferente dos demais pacientes com DOC.
Para entender melhor a causa desse comportamento, Steven Anderson e sua equipe analisaram 13 pessoas que desenvolveram tal compulsão após terem sofrido um dano cerebral.
Eles definiram o hábito como anormal caso ele fosse extensivo, as coisas guardadas não fossem úteis ou bonitas e se a pessoa não estava disposta a se desfazer de sua coleção.
Alguns dos pacientes, por exemplo, encheram suas casas com correspondência inútil ou ferramentas quebradas.
Os pesquisadores escanearam os cérebros dos pacientes e compararam com outros 73 pacientes que sofreram danos mas que não apresentavam hábitos anormais.
Terapia
Anderson disse ter encontrado uma diferença óbvia.
“Danos na parte do lóbulo frontal do córtex, particularmente no lado direito, foram encontrados nos indivíduos com comportamento anormal”, contou o pesquisador.
“Pacientes com DOC e outras desordens, como esquizofrenia, Síndrome Tourette e certas demências, podem ter comportamento patológicos similares, mas não sabemos onde o problema está ocorrendo dentro do cérebro.”
Naomi Fineberg, especialista em DOC do Hospital Queen Elizabeth, na Grã-Bretanha, disse: “Esses estudos, que ainda são iniciais, estão começando a confirmar que acumular coisas inúteis pode ser diferente da DOC”.
“Quanto mais entendermos sobre a neurobiologia desse comportamento, mais poderemos pensar em como tratá-lo”, comentou a cientista.
Mas Paul Salkovskis, do Instituto de Psiquiatria, do King’s College, em Londres, discorda: “Identificar qual a área do cérebro é afetada não ajuda você no tratamento de forma alguma”.
“Não há evidências de que qualquer diferença biológica entre esses pacientes. A resposta é terapia comportamental cognitiva.”

Via ZAMBEZIA ONLINE

Adeus dor de cabeça, removida a bala do cérebro

Depois de uma cirurgia que removeu uma bala de seu cérebro, uma vovó chinesa chamada Jin Guangying de 77 anos teve curada uma enxaqueca que persistia há décadas.
Depois de um raio X de rotina foi descoberto que ela tinha uma bala alojada no seu cérebro desde quando tinha 13 anos de idade.

Atingida durante a segunda guerra mundial, em 1943 enquanto buscava suprimentos durante a invasão japonesa.Depois de um tratamento caseira a base de ervas medicianais aplicado por sua mãe, a bala foi esquecida até que foi finalmente removida agora pela equipe médica do hospital de Shuyang na China.

O balcão de bar do futuro, criando imagens, interagindo com você

Pois em minha visita a Buenos Ayres no último feriadão do dia do trabalhador, enquanto tomava ‘cerveza’ Quilmes com dois amigos no PAGAÑA Pub, olhando aquele balcão luminoso, azulado, me ocorreu a seguinte idéia: E se passassem a usar balcões ou mesas de bares com a mesma tecnologia de sensiblidade ao toque usada nos terminais eletrônicos dos caixas eletrônicos dos bancos por exemplo?
Poderíamos ver imagens fantásticas se formando a medida que largássemos os copos sobre a mesa ou balcão, e ainda, poderíamos dispor de cardápios interativos (embora eu ainda prefira o atendimento de garçonetes e de preferência de minisaia como do Hard Rock Café Buenos Ayres) além de outras funções quaisquer.
Pois hoje realmente me surpreendi com esse post no Oblivious, que vem diretamente ao encontro de minhas ‘divagações etílicas’. Trata-se de algumas experiências com esse tipo de tecnologia em balcões e mesas.

Via: OBLIVIOUS