Meninos tocando cover do Iron Maiden (The Tropper vídeo)

Ok, você já viu este post no meu outro blog Galera-Rock, mas a questão é que ainda sigo migrando meus posts do UOL prá cá. Não sei se tem alguma forma mais prática de fazer isso, então eu vou indo aos poucos copiando um post hoje, outro amanhã. Decidi:

Vou unificar os dois blogs e passar a publicar aqui as histórias da nossa turma roqueira.

Enquanto eu sigo sem tempo prá escrever novas histórias da nossa
galera, deixo aqui esse vídeo hilário dessa gurizada detonando um The Trooper do
Iron Maiden.

A performance da moçada é promissora. Pela semelhança entre as
figurinhas parecem até irmãos. E o que é essa menininha fazendo mímica de vocalista…

É isso aí, rock and roll na veia desde pequeno…

Os Dez Teclados Mais Esquisitos da face da terra

Se você já anda meio entediado com esses teclados comunzinhos que existem por aí, dê uma conferida nesta lista dos 10 teclados mais esquisitos do mundo.

Existem teclados prá todos os gostos e esquisitices como este da foto da esquerda que projeta a imagem das teclas com feixes de laser numa mesa e depois interpreta o movimento de seus dedos gerando caracteres no computador.

Já este outro possui as mesmas medidas que um teclado padrão 102 teclas com a grande diferença que pode ser dobrado, enrolado e até levado no seu bolso.

Confira as outras esquisitices Aqui

Julio Verne nasceu em Nantes em 8 de fevereiro de 1828. Fugiu de casa com 11 anos para ser grumete e depois marinheiro. Localizado e recuperado, retornou ao lar paterno. Em um furioso ataque de vergonha por sua breve e efêmera aventura, jurou solenemente (para a sorte de seus milhões de leitores) não voltar a viajar senão em sua imaginação e através de sua fantasia. Promessa que manteve em mais de oitenta livros.

Sua adolescência transcorreu entre contínuos choques com o pai, para quem as veleidades exploratórias e literárias de Júlio pareciam totalmente ridículas. Finalmente conseguiu mudar-se para Paris onde entrou em contato com os mais prestiados literatos da época. Em 1850 concluiu seus estudos jurídicos e, apesar insistência do pai para que voltasse a Nantes, resistiu, firme na decisão de tornar-se um profissional das letras. Foi por esta época que Verne, influenciado pelas conquistas científicas e técnicas da época, decide criar uma literatura adaptada à idade científica, vertendo todos estes conhecimentos em relatos épicos, enaltecendo o gênio e a fortaleza do homem em sua luta por dominar e transformar a natureza.
Em 1856 conheceu Honorine de Vyane, com quem casou em 1857. Por essa época, era um insatisfeito corretor na Bolsa, e resolveu seguir o conselho de um amigo, o editor P. J. Hetzel, que será seu editor in eternum, e converteu um relato descritivo da África no Cinco Semanas em Balão (1863). Obteve êxito imediato. Firmou um contrato de vinte anos com Hetzel, no qual, por 20.000 francos anuais, teria de escrever duas novelas de novo estilo por ano. O contrato foi renovado por Hetzel e, mais tarde, por seu filho.
E assim, por mais de quarenta anos, as Voyages Extraordinaires apareceram em capítulos mensais na revista Magasin D’éducation et de Récréation. Em A Volta ao Mundo em 80 Dias, encontramos, ao mesmo tempo, muito da breve experiência de Verne como marinheiro e como corretor de Bolsa. Nada mais justo, também, que o novo estilo literário inaugurado por Júlio Verne, fosse utilizado por uma nova arte que surgia: o cinema.
Da Terra à Lua (Georges Mélies, 1902), La Voyage a travers l’impossible (Georges Mélies, 1904), 20.000 lieus sous les mers (Georges Mélies, 1907), Michael Strogoff (J. Searle Dawley, 1910), La Conquête du pôle (Georges Mélies, 1912) foram alguns dos primeiros filmes baseados em suas obras. Foram inúmeros. A Volta ao Mundo em 80 dias foi filmado em 1956, com enredo milionário, dirigido por Michael Anderson, música de Victor Young, direção de fotografia de Lionel Lindon. David Niven fez Phileas Fogg, Cantinflas, Passepartout, Shirley MacLaine, Aouda.

Em 1989, foi aproveitado para uma série de TV, com a participação da BBC, dirigida por Roger Mills. No mesmo ano, outra série de TV, agora nos EE.UU., dirigida por Buzz Kulik, com Pierce Brosnan (Phileas Fogg), Eric Idle (Passepartout), Julia Nickson-Soul (Aouda), Peter Ustinov (Fix). Apesar de tudo, a vida de Verne não foi fácil. Por um lado sua dedicação ao trabalho minou a tal ponto sua saúde que durante toda a vida sofreu ataques de paralisia. Como se fosse pouco, era diabético e acabou por perder vista e ouvido.
Seu filho Michael lhe deu os mesmos problemas que dera ao pai e, desgraça das desgraças, um de seus sobrinhos lhe disparou um tiro à queima-roupa deixando-o coxo. Sua vida efetiva também não foi das mais tranqüilas e todos os seus biógrafos admitem ter tido uma amante, um relacionamento que só terminou com a morte da misteriosa dama. Verne também se interesou pela política, tendo sido eleito para o Conselho de Amiens em 1888 na chapa radical, reeleito em 1892, 1896 e 1900.

Morreu em 24 de Março de 1905

Sobre a Dádiva – Do Livro ‘O Profeta’ de Gibran Khalil Gibran

Depois um homem rico disse, Fala-nos da Dádiva.
E ele respondeu:
Dais muito pouco quando estais a dar o que vos pertence.
Só quando vos dais a vós próprios é que estais verdadeiramente a dar.
Pois o que são as vossas pertenças senão aquilo que guardais com medo de
necessitar amanhã?
E amanhã, que trará o amanhã ao cão prudente que vai enterrando ossos na
areia sem marcas enquanto segue os peregrines até à cidade santa?
E o que é o medo da necessidade senão a própria necessidade?
Não é o receio da sede que sentis quando o vosso poço está cheio, da sede
insaciável?
Há aqueles que dão pouco do muito que têm, e fazem-no para conseguirem
reconhecimento e o seu desejo oculto torna as suas dádivas sem valor.
E há aqueles que, tendo pouco, tudo dão.
Esses são os que acreditam na vida e na magnificência da vida e o seu cofre
nunca está vazio.
Há aqueles que dão com alegria, e essa alegria é a sua recompensa.
E há aqueles que dão com dor e essa dor é o seu baptismo.
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E há aqueles que dão e não conhecem a dor ao dar, nem procuram alegria,
nem dão para se sentirem virtuosos;
Dão, tal como no vale a murta exala o seu perfume para o espaço.
E através das mãos desses que Deus fala, e por detrás dos seus olhos que Ele
sorri para a terra.
É bom dar quando vos é pedido, mas é melhor dar se vos pedirem só através
da compreensão;
E para o que tem as mãos abertas a busca daquele que vai receber é uma
alegria maior do que dar.
E que podereis conservar?
Tudo o que possuís será um dia dado.
Por isso dai agora, agora que a época da dádiva pode ser vossa e não dos
vossos herdeiros.
Dizeis muitas vezes “Eu daria, mas só a quem o merecesse”.
As árvores do vosso pomar não dizem isso, nem os rebanhos nas pastagens.
Eles dão para poder viver, pois não dar é perecer.
Aquele que é merecedor das suas noites e dos seus dias é com certeza
merecedor de tudo.
E aquele que mereceu beber do oceano da vida merece encher a taça no
vosso ribeiro.
E que deserto maior haverá do que aquele que assenta na coragem e na
confiança de receber?
E quem sois vós para que os homens se desnudem e exponham o seu orgulho,
para que os possais ver nus e com o orgulho a descoberto?
Certificai-vos primeiro de que sois dignos de dar e de ser instrumento da
dádiva.
15
Pois, na verdade, é a vida que dá à vida, enquanto vós, que vos considerais
dadores, não passais de testemunhas.
E vós, os que recebeis – e todos recebeis – não carregueis o fardo da gratidão,
pois estareis a colocar um jugo sobre vós e sobre aquele que dá.
Erguei-vos antes juntamente com o que dá, sobre essas dádivas como se elas
fossem asas;
Porque ter demasiada consciência da vossa dívida é duvidar da generosidade
daquele que tem a terra de coração livre como mãe e Deus como pai.

FILHOS – Trecho de ‘O Profeta’ de Khalil Gibran

Os vossos filhos não são vossos filhos.
São os filhos e as filhas da Vida que anseia por si mesma.
Eles vêm através de vós mas não de vós.
E embora estejam convosco não vos pertencem.
Podeis dar-lhes o vosso amor mas não os vossos pensamentos, pois eles têm
os seus próprios pensamentos.
Podeis abrigar os seus corpos mas não as suas almas.
Pois as suas almas vivem na casa do amanhã, que vós não podereis visitar,
nem em sonhos.

Podereis tentar ser como eles, mas não tenteis torná-los como vós.
Pois a vida não anda para trás nem se detém no ontem.
Vós sois os arcos de onde os vossos filhos, quais flechas vivas, serão
lançados.
O arqueiro vê o sinal no caminho do infinito e Ele com o Seu poder faz com
que as Suas flechas partam rápidas e cheguem longe.

Que a vossa inflexão na mão do Arqueiro seja para a alegria;
Pois assim como Ele ama a flecha que voa,
Também ama o arco que se mantém estável.

PEGADAS NA AREIA – Poema de Margaret Powers

Livro revela quem é a misteriosa autora do poema
que inspirou milhões de pessoas em todo o mundo
Em Pegadas na areia, Margaret Fishback Powers
conta como escreveu o texto, que é bestseller no Canadá
“Uma noite eu tive um sonho. Sonhei que estava andando na praia com o
Senhor e, através do Céu, passavam-se cenas de minha vida. Para cada cena
que se passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia; um
era meu e o outro, do Senhor (…)”. Esse é o início do poema mais conhecido pelo
título Pegadas na areia, e que vem atravessando o mundo como sendo de autor
desconhecido. No livro Pegadas na areia, que está sendo lançado pela Editora
Fundamento, e que começa a chegar às livrarias de todo o Brasil, a autora
Margaret Fishback Powers apresenta provas de que escreveu o texto na década
de 60 e que o título original é Eu tive um Sonho.
O assunto é controverso e o livro já é um sucesso de vendagem no
Canadá. “Fico profundamente emocionada quando ouço que o poema Pegadas
na areia significou muito para alguém (…) Minha mais ardente prece é que a
verdadeira história dele tenha uma missão ainda mais abençoada nos dias
vindouros”, frisa.
Margaret conta na obra que a idéia do poema surgiu quando ela pensava
em se casar e, após um passeio na praia com o namorado, escreveu o texto. “De
repente, me dei conta de que estava escrevendo um verso livre, o que não era
comum para mim (…), acostumada a escrever em versos rimados ou em quadras”,
lembra. Ela só descobriu que o poema tinha ganho vida e rumo próprios quando o
marido esteve internado num hospital e ouviu o poema da boca de uma
enfermeira que queria confortá-lo.
A obra traz trechos da vida da autora, recheados de emoção, dificuldades e
alegrias. Ela se identifica como a pessoa que nos momentos difíceis é carregada
por Deus – assim como no poema.

O Poema:

PEGADAS NA AREIA
“Uma noite eu tive um sonho. Sonhei que estava andando na praia com o
Senhor e, através do Céu, passavam-se cenas de minha vida. Para cada cena
que se passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia; um
era meu e o outro, do Senhor.
Quando a última cena de minha vida passou diante de nós, olhei para trás,
para as pegadas na areia, e notei que, muitas vezes no caminho de minha vida,
havia apenas um par de pegadas na areia.
Notei também que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e
angustiosos de meu viver. Isso entristeceu-me deveras, e perguntei, então, ao
Senhor: ‘Senhor, Tu me disseste que, uma vez que eu resolvera Te seguir, Tu
andarias sempre comigo em todo o caminho, mas notei que, durante as maiores
atribulações de meu viver, havia na areia dos caminhos da vida apenas um par de
pegadas. Não compreendo por que, nas horas em que mais necessitava de Ti, Tu
me deixaste’.
O Senhor me respondeu: ‘Meu precioso filho. Eu te amo e jamais te deixaria
nas horas de tua prova e de teu sofrimento. Quando viste na areia apenas um par
de pegadas, foi exatamente aí que Eu, nos braços, te carreguei’.”

Fonte: Editora Fundamento