O GAÚCHO E O LEÃO
O gaúcho andava a cavalo pelas florestas africanas, quando, de repente, entra numa clareira e se depara com um enorme leão.

O cavalo do gaudério se assusta com a presença do enorme felino e começa a refugar, até que dá uma empinada derrubando o gaúcho no chão e em seguida foge em disparada deixando o bagual sozinho atirado.

O gaúcho começa a se levantar devagarito, e vê que o bichano vem lentamente em sua direção. Então, antes de agir, faz uma pequena oração:

“Deus, se o senhor tá torcendo por mim, faça com que eu puxe agora essa minha adaga da bota, atire-a em direção ao leão de maneira certeira, fazendo com que atinja o meio da cabeça dele e seja mortal. Mas se o senhor tiver torcendo pelo leão, faça com que eu erre o lançamento da adaga, e que o bicho dê um pulo certeiro prá cima de mim, mordendo diretamente minha jugular, e que eu morra na hora, sem sofrimento, nem dor.

Agora, Deus, se o senhor não tiver torcendo pra ninguém… Então senta ali naquela pedra, e assista uma das maiores peleias que já se sucederam por essas bandas!”

Slow Dow – Tire o pé do acelerador e viva melhor

O texto é muito interessante!!! Vale a pena pensar no assunto.
Texto escrito por um brasileiro que vive na Europa.

“Já vai para 18 anos que estou aqui na Volvo, uma empresa sueca. Trabalhar com eles é uma convivência, no mínimo, interessante. Qualquer projeto aqui demora 2 anos para se concretizar, mesmo que a idéia seja brilhante e simples. É regra. Então, nos processos globais, nós (brasileiros, americanos, australianos, asiáticos) ficamos aflitos por resultados imediatos, uma ansiedade generalizada. Porém, nosso senso de urgência não surte qualquer efeito neste prazo.
Os suecos discutem, discutem, fazem “n” reuniões, ponderações.

E trabalham num esquema bem mais “slow down”. O pior é constatar que, no final, acaba sempre dando certo no tempo deles com a maturidade da tecnologia e da necessidade: bem pouco se perde aqui.

E vejo assim:1. O país é do tamanho de São Paulo;2. O país tem 2 milhões de habitantes;3. Sua maior cidade, Estocolmo, tem 500.000 habitantes (compare com Curitiba, que tem 2 milhões);4. Empresas de capital sueco: Volvo, Scania, Ericsson, Electrolux, ABB, Nokia, Nobel Biocare… Nada mal, não?5. Para ter uma idéia, a Volvo fabrica os motores propulsores para os foguetes da NASA.

Digo para os demais nestes nossos grupos globais: os suecos podem estar errados, mas são eles que pagam nossos salários.Entretanto, vale salientar que não conheço um povo, como povo mesmo, que tenha mais cultura coletiva do que eles. Vou contar para vocês uma breve só para dar noção.

A primeira vez que fui para lá, em 90, um dos colegas suecos me pegava no hotel toda manhã. Era setembro, frio, nevasca Chegávamos cedo na Volvo e ele estacionava o carro bem longe da porta de entrada (são 2.000 funcionários de carro). No primeiro dia não disse nada, no segundo, no terceiro… Depois, com um pouco mais de intimidade, numa manhã, perguntei: “Você tem lugar demarcado para estacionar aqui? Notei que chegamos cedo, o estacionamento vazio e você deixa o carro lá no final.”

Ele me respondeu simples assim: “É que chegamos cedo, então temos tempo de caminhar – quem chegar mais tarde já vai estar atrasado, melhor que fique mais perto da porta. Você não acha?”Olha a minha cara! Ainda bem que tive esta na primeira. Deu para rever bastante os meus conceitos.

Há um grande movimento na Europa hoje, chamado Slow Food. A Slow Food International Association – cujo símbolo é um caracol, tem sua base na Itália ( o site, é muito interessante. Veja-o! ).

O que o movimento Slow Food prega é que as pessoas devem comer e beber devagar,saboreando os alimentos, “curtindo” seu preparo, no convívio com a família, com amigos, sem pressa e com qualidade.

A idéia é a de se contrapor ao espírito do Fast Food e o que ele representa como estilo de vida em que o americano endeusificou.A surpresa, porém, é que esse movimento do Slow Food está servindo de base para um movimento mais amplo chamado Slow Europe como salientou a revista Business Week numa edição européia.

A base de tudo está no questionamento da “pressa” e da “loucura” gerada pela globalização, pelo apelo à “quantidade do ter” em contraposição à qualidade de vida ou à “qualidade do ser”.
Segundo a Business Week, os trabalhadores franceses, embora trabalhem menos horas( 35 horas por semana ) são mais produtivos que seus colegas americanos ou ingleses.
E os alemães, que em muitas empresas instituíram uma semana de 28,8 horas de trabalho, viram sua produtividade crescer nada menos que 20%.

Essa chamada “slow atitude” está chamando a atenção até dos americanos, apologistas do “Fast” (rápido) e do “Do it now” (faça já).
Portanto, essa “atitude sem-pressa” não significa fazer menos, nem ter menor produtividade.
Significa, sim, fazer as coisas e trabalhar com mais “qualidade” e “produtividade” com maior perfeição, atenção aos detalhes e com menos “stress”.

Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do lazer, das pequenas comunidades, do “local”, presente e concreto em contraposição ao “global” – indefinido e anônimo. Significa a retomada dos valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver e até da religião e da fé.
Significa um ambiente de trabalho menos coercitivo, mais alegre, mais “leve” e, portanto, mais produtivo onde seres humanos, felizes, fazem com prazer, o que sabem fazer de melhor.

Gostaria de que você pensasse um pouco sobre isso…Será que os velhos ditados “Devagar se vai ao longe” ou ainda “A pressa é inimiga da perfeição” não merecem novamente nossa atenção nestes tempos de desenfreada loucura?

Será que nossas empresas não deveriam também pensar em programas sérios de “qualidade sem-pressa” até para aumentar a produtividade e qualidade de nossos produtos e serviços sem a necessária perda da “qualidade do ser”?

No filme “Perfume de Mulher”, há uma cena inesquecível, em que um personagem cego, vivido por Al Pacino, tira uma moça para dançar e ela responde:_ “Não posso, porque meu noivo vai chegar em poucos minutos.”_”Mas em um momento se vive uma vida” – responde ele, conduzindo-a num passo de tango.E esta pequena cena é o momento mais bonito do filme.

Algumas pessoas vivem correndo atrás do tempo, mas parece que só alcançam quando morrem enfartados, ou algo assim.
Para outros, o tempo demora a passar; ficam ansiosos com o futuro e se esquecem de viver o presente, que é o único tempo que existe.

Tempo todo mundo tem, por igual!
Ninguém tem mais nem menos que 24 horas por dia. A diferença é o que cada um faz do seu tempo.

Precisamos saber aproveitar cada momento, porque, como disse: John Lennon, “A vida é aquilo que acontece enquanto fazemos planos para o futuro”…

Roberto Shiniahiki e a fórmula da felicidade nas pequenas coisas da vida

A revista ISTO É publicou há algum tempo atrás esta entrevista de Camilo Vannuchi.

O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra,com pós graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional. Veja algumas das perguntas e suas respostas a seguir e medite:

ISTO É – Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
R: Shinyashiki – A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade:

A primeira é:
Instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.

A segunda loucura é:
Você tem de estar feliz todos os dias.

A terceira é:
Você tem que comprar tudo que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.

Por fim, a quarta loucura:

Você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.
As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.
Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros,levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.

Quando era recém formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais.
Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte.

A maior parte pega o médico pela camisa e diz: “Doutor, não me deixar morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz”.Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada.

Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas. Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim ter esperado muito tempo ou perdido várias Oportunidades para aproveitar a vida.

O Cavalo e o Porco

Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça.

Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo.
Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo.
Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:
– Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3
dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.

Neste momento, o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:

– Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!!!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora.
O porco se aproximou do cavalo e disse:
– Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer!
– Vamos lá, eu te ajudo a levantar… Upa! Um, dois, três.
No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse:
– Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
– Cara é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar!
Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai… Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Você venceu, Campeão!!!
Então de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:

– Milagre!!!

O cavalo melhorou.
Isso merece uma festa…”Vamos matar o porco!!!”

Ponto de reflexão:
Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho.
Ninguém percebe, quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso.
“Saber viver sem ser reconhecido é uma arte.”

Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se:
“Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais o Titanic”

Procure ser uma pessoa de valor, em vez de ser uma pessoa de sucesso

Chute o cantorzinho Emo do Palco neste jogo em Flash

Chute o cantorzinho Emo do Palco neste jogo em Flash

Encontrei esse joguinho em flash que é bem divertido.
Claro que ninguém vai sair por aí chutando os cantores de bandas Emocore dos palcos, é só uma brincadeira.
Lembra muito aquele clássico joguinho também em flash que a gente arremessa pingüins no gelo.
É bem simples de jogar, após colocar seu nome no início e o jogar estar carregado, aperte a barra de espaços.

O punk vai entrar a mil no palco e se você apertar a barra de espaços novamente, ele vai dar uma voadora no cantor que está no palco o jogando prá fora do clube…

Clique na imagem e divirta-se.

Chute o Cantor Emo do Palco neste jogo muito legal

Encontrei esse joguinho em flash que é bem divertido.
Claro que ninguém vai sair por aí chutando os cantores de bandas Emocore dos palcos, é só uma brincadeira.
Lembra muito aquele clássico joguinho também em flash que a gente arremessa pingüins no gelo.
É bem simples de jogar, após colocar seu nome no início e o jogo estar carregado, aperte a barra de espaços.

O punk vai entrar a mil no palco e se você apertar a barra de espaços novamente, ele vai dar uma voadora no cantor jogando-o prá fora do clube…

Clique na imagem e divirta-se.

Faustão encerra a polêmica com o Pânico na TV

Parece que o episódio envolvendo o Faustão chega a um final feliz. O apresentador Fausto Silva doa para a Casa dos Artistas um valioso relógio que foi mostrado ontem no programa Pânico na TV (Rede TV). Segundo uma avaliação preliminar é uma jóia que valeria em torno de 100 mil reais. Enquanto aguarda definição sobre a forma como esta doação será convertida em dinheiro, se será vendida ou leiloada ela será guardada nos cofres da própria emissora .
Prá quem não acompanhou a polêmica, resumidamente o que aconteceu foi o seguinte: Tudo começou quando a justiça proibiu o humorista Tom Cavalcanti de imitar o apresentador Sílvio Santos em seu programa Show do Tom na Rede Record. Precavendo-se contra qualquer problema de ordem judicial, o humorista Wellington Muniz , o Ceará, conseguiu com o próprio Sílvio Santos uma autorização para imitá-lo no programa Pânico na TV.
Vencida a primeira autorização de 2 anos, Ceará e seu companheiro Vesgo foram solicitar uma renovação com Sílvio Santos.
Foi aí que Sílvio Santos faz um acordo verbal com os dois: Concederia a autorização com a condição de que eles conseguissem 5 doações semanais para o Retiro dos Artistas, instituição que abriga e apoia artistas que estejam necessitando de ajuda, moradia e alimentação.
Uma das celebridades procuradas pela dupla Vesgo e Ceará para pedirem doação foi o apresentador da TV Globo Fausto Silva, o Faustão. Aí começa a polêmica: alegando que não concordava com a forma como este pedido de doação estava sendo feito, Faustão se recusou a fazê-la. Argumentou dizendo que quando essa doação fosse feita através de uma iniciativa da própria Rede TV, e dos humoristas Vesgo e Ceará, ele contribuiria sem problema algum. Mas que da forma como estava sendo feita, como uma espécie de imposição aos humoristas para que pudessem continuar a realizar a imitação, ele não concordava.
Durante a semana passada entretanto, o apresentador Faustão fez a doação do valioso relógio colocando um final feliz na história.
Minha opinião é de que nesta polêmica todos têm um certo grau de razão. Acho nobre a iniciativa de Sílvio Santos ao promover doações ao Retiro dos Artistas como contrapartida à sua autorização para que o imitem. É um direito seu negar que seja imitado conforme foi inclusive decidido pela justiça no caso contra Tom Cavalcanti.
Já em relação às imitações de Ceará ele não se sentiu ainda ofendido e autorizou-a fazendo um acordo verbal que promoveu a caridade a uma instituição que precisa realmente de ajuda.
Fausto Silva por sua vez exerceu seu direito de discordar da forma como estava sendo feito este pedido de contribuição. Ou seja, também tinha suas razões para não querer doar, pois estaria indiretamente concordando que os dois humoristas continuassem sendo coagidos a pedir doações para que pudessem continuar a trabalhar.

Não sei o que moveu o apresentador da rede Globo a voltar atrás e doar o luxuoso relógio, e alguns podem até achar que ele só o tenha feito depois da repercussão negativa junto ao público que este caso teve, mas foi um gesto louvável que suplanta em muito qualquer desgaste que tenha sofrido nos últimos dias em virtude dessa polêmica. Até porque segundo ele mesmo afirmou, faz mais de 20 anos que contribui com o Retiro dos Artistas. Sinceramente acho que tudo não passou de um grande mal entendido…