Hello Kitty agora é coisa pra Homem?

(Foto AP)

A empresa Sanrio apresentou nesta sexta feira em tóquio alguns produtos da linha Hello Kitty destinados aoo público masculino.

O gatinho (ou gatinha?) geralmente visto em brinquedos e jóis para o público jovem feminino logo vai enfeitar camisetas, sacolas, mochilas, relógios e outros produtos para o público masculino afirmou o porta voz da empresa Kazuo Tohmatsu.

Os produtos da linha masculina do Hello Kitty começarão a ser vendidos no Japão no próximo mês e logo estarão nos Estados Unidos e em outros países da Ásia.

Miss França Valérie Bègue Quase perde o título devido a fotos sexys

Depois de grande polêmica em torno das fotos sexys tiradas pela miss França 2008, Valérie Bègue, de 22 anos, o comitê organizador do concurso Miss França decide que ela continuará com o título. A condição imposta foi de que ela não volte a participar de nenhum concurso internacional.

No dia 21, a revista Entrevue publicou algumas fotos picantes de Valérie nas quais ela aparecia de biquíni numa piscina boiando num crucifixo de madeira, ou ainda lambendo leite condensado de maneira provocante.

Cá prá nós, as fotos nem são tão provocantes assim, dá uma olha em algumas aí embaixo. Querer cassar o título da gata por causa dessas fotos é frescura de francês:

Cães Assassinos Matam mais uma Criança e o apelo de Paulo Santana


Já está mais do que na hora de darmos um basta a esta sequência de mortes de adultos e crianças por cães assassinos. Não é possível que nossa sociedade continue aceitando pacatamente que essas feras sanguinárias, especialmente pitbulls e rottweillers (mas nesta lista podemos incluir filas, dobermans e outros) continuem ceifando a vida de pessoas por esse Brasil afora. Nesta semana foi em Dois Irmãos aqui mesmo no Rio Grande do Sul. Uma menina foi estraçalhada por um cão da raça rottweiller num sítio onde seus pais eram caseiros.

Várias outras mortes e mutilações vêm acontecendo há anos com a conivência de nossos legisladores que já deveriam há muito tempo proibir que sejam aceitas essas feras como animais de estimação.


Lembro do terrível que aconteceu no município de Gravataí há alguns meses em que um menino foi atacado pelo Rotweiller da família enquanto tentava soltar a pata do animal que estava presa num arame.

O garoto foi mordido no pescoço e o animal não o soltou mais. Vários curiosos assistiram a cena durante vários minutos sem que tomassem a iniciativa de tirar a crianças dos dentes da fera. Quando a polícia militar chegou foi dado um tiro no cão que mesmo assim não soltou a indefesa vítima. Um segundo tiro foi dado na cabeça do animal que somente morto soltou a criança que veio a falecer a caminho do hospital.

Agora uma cena semelhante. Enquanto a criança era estraçalhada em em Dois Irmãos (RS) foi dado alguns tiros no animal que mesmo assim não a soltou.
Somente depois atingido mortalmente ele então larga a vítima que morre também em seguida.

Até quando vamos permitir essas atrocidades? Basta! Criem-se leis que proibam a criação dessas feras sanguinárias e imprevisíveis que embora pareçam dóceis, basta um evento qualquer para desencadear seus instintos assassinos e incontroláveis.

Você que é pai, e tem filhos pequenos convivendo com esses animais tem que se livrar dessas feras antes que a tragédia visite sua casa.

Abaixo transcrevo a coluna do jornalista gaúcho Paulo Santana publicada no Jornal Zero Hora em que ele faz mais uma vez um um apelo para que seja proibidas essas feras em nossa sociedade:


ASSASSINATOS EVITÁVEIS – Paulo Santana (Jornal Zero Hora 30/12/2007)

Mais uma criança foi morta nos últimos dias pelos dentes de um cão feroz: uma menina de sete anos de idade foi estraçalhada na véspera de Natal por um cão rotweiller, na cidade de Dois Irmãos (RS).

O incrível é que o dono do sítio e da fera assassina declarou após o homicídio culposo que a menina “sabia que não podia estar naquele lugar”.

Como é que é? A minina não podia estar naquele lugar?

Será que o dono do sítio onde houve o massacre (e dono do cão) não sabe que quem não pode estar naquele lugar do sítio e nem em qualquer lugar da Terra não era menina, mas exatamente o rottweiller?

Nós temos que depressa nos conscientizar de que não podemos permitir se quisermos ser uma sociedade civilizada, que continuem a freqüentar nosso meio socialos pitbulls e rotweillers.

Cansei já de narrar os sofrimentos que crianças e adultos padecem em poder desses cães assassinos.

Essa criança ficou dezenas de minutos sendo dilacerada pelas mandíbulas e dentes cortantes e perfurantes desse cão chacinador.

A dor que uma criança ou um adulto sente ao ter cravados em seu corpo os dentes dessas feras é inenarrável. Ninguém suporta.

A vítima pede prá morrer, durante 10,20 minutos, até que alguém a socorra. Pede para morrer para parar de sentir dor e para parar de sentir medo, pânico, terror.

E foi tanta a dor dessa criança de Dois Irmãos, que quando deram vários tiros no rotweiller, que nem mesmo assim soltou a criança, ela já tinha morrido. Ou seja, daí a que fossem buscar o revólver, ela sofreu, ela se martirizou, ela foi sendo aos poucos, lentamente, torturada, até que morreu chegando atrasado o socorro. E se tivesse chegado a tempo o socorro, o que restaria da criança mutilada seria mais trágico do que o cadáver.

Parem de criar e manter em casa esses cães, já que não adianta mais apelar ao poder público insensível.

Parem, parem de uma vez por todas.

Isso atenta contra a razão e as humanidades.

Por que não param de assassinar os cúmplices desses assassinatos, que criam esses cãe?

Por que não param? Vão querer matar todas as crianças e metade dos adultos do mundo?

Por que não param?

Parem. Cães assassinos de donos irresponsáveis. Dizem-me que os cães não são culpados dessas chacinas que não param mais. Acho isso certo.

Mas os verdadeiros culpados, os donos dessas feras, vão continuar matando? Matando, torturando, massacrando?

Quando é que essa estupidez vai ter fim?

Paulo Santana – Jornal Zero Hora Dominical 30-12-2007
ASSINE ZERO HORA

Agora eu pergunto: Até quando vamos conviver com essas mutilações e mortes causadas por essas feras que deveriam estar no zoológico e não nas residências onde aguardam apenas o momento de explodirem sua fúria contra qualquer pessoa que esteja ao seus alcances?

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Livro o Clube do bang Bang e a foto da criança observada pelo urubu na áfrica

O Clube do bangue – bangue
Greg Marinovich – João Silva
Editora – Companhia das letrasTradução – Manuel Paulo Ferreira
Foto tirada por Kevin Carter que lhe rendeu o prêmio Pulitzer de jornalismo em 1993. A imagem foi obtida no Sudão durante uma caravana que levavam alimentos a refugiados.

Ao término do sangrento período do regime do Apartheid na África do Sul, quatro competentes fotógrafos que eram ao mesmo tempo amigos e rivais,uniam-se para enfrentar o perigo que representava a cobertura da violência que irrompia implacável
na região . Uma revista teria publicado que eles eram os paparazzis do bang bang. Mais tarde a própria revista troca a expressão para ‘Clube do Ban Bang’ em referência ao trabalho que os fotógrafos desenvolviam em meio a tiroteios e atrocidades constantes.

Os destemidos fotógrafos tiraram algumas das mais inesquecíveis fotografias de guerra deste período da história. Esse destemor que trouxe-lhes a fama internacional teve um preço alto.
Em abril de 1994, apenas alguns dias depois que um deles, Kevin Carter, recebeu o prêmio Pulitzer, Greg Marinovich e seu parceiro de fotografias Ken Oosterbroek foram feridos a tiro enquanto faziam a cobertura de um tiroteio nas imediações de Johannesburgo.

Quando Oosterbroek tombou fatalmente atingido, João Silva ficou dividido entre tirar fotos de seu colega ou levá-lo para uma área segura.
Três meses depois, Carter, que estava comemorando o prêmio Pulitzer quando seu melhor amigo morria, suicidou-se. Usando uma mangueira ele fez com que a fumaça do escapamento o asfixiasse dentro do seu carro.
A foto acima também foi agraciada com o prêmio Pulitzder e foi tirada por Greg Marinovich no exato momento em que um homem após ter sido perseguido e incendiado pela multidão leva uma golpe de facão na cabeça .

No livro The Bang-Bang Club, Marinovich e Silva refletem sobre sua jornada política, emocional e pessoal ao longo desses anos violentos a medida que a Africa do Sul andava em direção a uma democracia não-racial. Na trajetória dos fotógrafos do Clube do bang bang, estão além da áfrica do sul outras regiões conflagradas como a ex-Yugoslavia e o Sudão onde Carter fez a mundialmente famosa foto da criança definhando de fome que é observada de perto por um abutre que parece aguardar pela sua morte.
O livro propõe um profundo questionamento sobre a atitude do fotógrafo diante dos fatos que presencia. Quão longe se pode ir para perseguir uma boa imagem? Quando o jornalista deve deixar de lado sua imparcialidade e se envolver?
Esses e outros dilemas instigam a leitura do livro Clube do Bang Bang.
Publicado em Criança, Fotos. 16 Comments »

O Clube do Bang Bang – Dica de Leitura

O Clube do bangue – bangue
Greg Marinovich – João Silva
Editora – Companhia das letrasTradução – Manuel Paulo Ferreira
Foto tirada por Kevin Carter que lhe rendeu o prêmio Pulitzer de jornalismo em 1993. A imagem foi obtida no Sudão durante uma caravana que levavam alimentos a refugiados.

Ao término do sangrento período do regime do Apartheid na África do Sul, quatro competentes fotógrafos que eram ao mesmo tempo amigos e rivais,uniam-se para enfrentar o perigo que representava a cobertura da violência que irrompia implacável
na região . Uma revista teria publicado que eles eram os paparazzis do bang bang. Mais tarde a própria revista troca a expressão para ‘Clube do Ban Bang’ em referência ao trabalho que os fotógrafos desenvolviam em meio a tiroteios e atrocidades constantes.

Os destemidos fotógrafos tiraram algumas das mais inesquecíveis fotografias de guerra deste período da história. Esse destemor que trouxe-lhes a fama internacional teve um preço alto.
Em abril de 1994, apenas alguns dias depois que um deles, Kevin Carter, recebeu o prêmio Pulitzer, Greg Marinovich e seu parceiro de fotografias Ken Oosterbroek foram feridos a tiro enquanto faziam a cobertura de um tiroteio nas imediações de Johannesburgo.

Quando Oosterbroek tombou fatalmente atingido, João Silva ficou dividido entre tirar fotos de seu colega ou levá-lo para uma área segura.
Três meses depois, Carter, que estava comemorando o prêmio Pulitzer quando seu melhor amigo morria, suicidou-se. Usando uma mangueira ele fez com que a fumaça do escapamento o asfixiasse dentro do seu carro.
A foto acima também foi agraciada com o prêmio Pulitzder e foi tirada por Greg Marinovich no exato momento em que um homem após ter sido perseguido e incendiado pela multidão leva uma golpe de facão na cabeça .

No livro The Bang-Bang Club, Marinovich e Silva refletem sobre sua jornada política, emocional e pessoal ao longo desses anos violentos a medida que a Africa do Sul andava em direção a uma democracia não-racial. Na trajetória dos fotógrafos do Clube do bang bang, estão além da áfrica do sul outras regiões conflagradas como a ex-Yugoslavia e o Sudão onde Carter fez a mundialmente famosa foto da criança definhando de fome que é observada de perto por um abutre que parece aguardar pela sua morte.
O livro propõe um profundo questionamento sobre a atitude do fotógrafo diante dos fatos que presencia. Quão longe se pode ir para perseguir uma boa imagem? Quando o jornalista deve deixar de lado sua imparcialidade e se envolver?
Esses e outros dilemas instigam a leitura do livro Clube do Bang Bang.

PRESENTES PARA A MAMÃE

Eram três filhos que saíram de casa, conseguiram bons
empregos e
prosperaram. Anos depois, eles se encontraram e
estavam discutindo
sobre os presentes que eles conseguiram comprar para a
mãe dos três, que já era bem idosa.
O primeiro disse:

– Eu consegui comprar uma mansão enorme para nossa
mãe.

O segundo disse:

– Eu mandei para ela uma Mercedes zerada com
motorista.

O terceiro sorriu e disse:

– Com certeza ganhei de vocês dois. Vocês sabem como a
mamãe gosta
da Bíblia, mas ela está praticamente cega e não
consegue mais ler.
Então,mandei pra ela um papagaio marrom raro que
consegue
recitar a Bíblia todinha. Foram 12 anos de treinamento
num mosteiro, por 20 monges diferentes. Eu tive de
doar US$ 100,000.00 por ano para o mosteiro,durante
todo esse tempo, mas valeu a pena. Nossa mãe precisa
apenas dizer o capítulo e versículo que o papagaio
recita sem um único erro.

Meses depois, cada filho recebe da mãe uma carta:

‘Milton, a casa que você comprou é muito grande. Eu
moro apenas em
um quarto, mas tenho de limpar a casa todinha.’

‘Marvin, eu estou muito velha pra sair de casa e
viajar. Eu fico em casa o tempo todinho, então nunca
uso o Mercedes que você me deu. E o motorista também é
muito mal educado.’

‘Querido Melvin, você é o único filho que teve bom
senso pra saber
do que a sua mãe realmente gosta. Aquela galinha
estava deliciosa,
muito
obrigada.’

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A FELICIDADE NO CASAMENTO

A FELICIDADE NO CASAMENTO
Durante um seminário para casais, perguntaram à esposa:
– Seu marido lhe faz feliz ? Ele lhe faz feliz de verdade?

Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando segurança.
Ele sabia que sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento.

Todavia, sua esposa respondeu com um ‘Não’, bem redondo…

‘Não, não me faz feliz’

Neste momento, o marido já procurava a porta de saída mais próxima quando veio a conclusão da resposta.

– Ele não me faz feliz… Eu sou feliz. O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele e sim de mim.

E continuou dizendo:

– Eu sou a única pessoa pela qual depende minha felicidade. Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância, sobre a face da terra, eu estaria com sérios problemas.

Tudo o que existe nesta vida muda constantemente… O ser humano, as riquezas, meu corpo, o clima, meu chefe, os prazeres, etc. E assim poderia citar uma lista interminável. Às demais coisas eu chamo ‘experiências’; esqueço-me das experiências passageiras e vivo as que são eternas : amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar. Lembro-me de viver de modo eterno.

Talvez seja por isso que quando alguém me faz perguntas como esta: ‘Você é feliz no seu casamento?’ ou ‘Você é feliz?’, gosto de responder com apenas uma frase, como se esta fosse a conclusão de todo o seminário, como se esta fosse a chave de toda a felicidade, de todo matrimônio e de toda vida humana; gosto de responder com aquela velha e famosa frase que ainda não conseguimos compreender:

‘A felicidade está centrada em mim’.

Há pessoas que dizem: ‘ Hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque alguém não soube me dar valor…’.

*SEJA FELIZ* ,

Mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro,mesmo que alguém tenha lhe machucado, mesmo que alguém não lhe ame ou não lhe dê o devido valor.

*SEJA FELIZ. *

*Sempre.*

A FELICIDADE NO CASAMENTO
Durante um seminário para casais, perguntaram à esposa:
– Seu marido lhe faz feliz ? Ele lhe faz feliz de verdade?

Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando segurança.
Ele sabia que sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento.

Todavia, sua esposa respondeu com um ‘Não’, bem redondo…

‘Não, não me faz feliz’

Neste momento, o marido já procurava a porta de saída mais próxima quando veio a conclusão da resposta.

– Ele não me faz feliz… Eu sou feliz. O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele e sim de mim.

E continuou dizendo:

– Eu sou a única pessoa pela qual depende minha felicidade. Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância, sobre a face da terra, eu estaria com sérios problemas.

Tudo o que existe nesta vida muda constantemente… O ser humano, as riquezas, meu corpo, o clima, meu chefe, os prazeres, etc. E assim poderia citar uma lista interminável. Às demais coisas eu chamo ‘experiências’; esqueço-me das experiências passageiras e vivo as que são eternas : amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar. Lembro-me de viver de modo eterno.

Talvez seja por isso que quando alguém me faz perguntas como esta: ‘Você é feliz no seu casamento?’ ou ‘Você é feliz?’, gosto de responder com apenas uma frase, como se esta fosse a conclusão de todo o seminário, como se esta fosse a chave de toda a felicidade, de todo matrimônio e de toda vida humana; gosto de responder com aquela velha e famosa frase que ainda não conseguimos compreender:

‘A felicidade está centrada em mim’.

Há pessoas que dizem: ‘ Hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque alguém não soube me dar valor…’.

*SEJA FELIZ* ,

mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro,mesmo que alguém tenha lhe machucado, mesmo que alguém não lhe ame ou não lhe dê o devido valor.

*SEJA FELIZ. *

*Sempre.*

Curiosidades sobre a transfusão de Sangue

Trinta curiosidades sobre sangue e transfusão

A cada dois segundos, algum paciente necessita de transfusão de sangue no Brasil

Cerca de 1 em cada 5 pessoas que são internadas no Hospital, necessitarão de transfusão de sangue durante o período em que permanecerem internadas

Três é o número de vidas que são salvas com cada doação de sangue

O sangue representa cerca de 7% do peso corporal de um indivíduo adulto

Qualquer pessoa com boa saúde, entre 18 e 65 anos de idade e com mais de 50 kg de peso, pode ser um doador de sangue

O volume total de sangue a ser doado não pode exceder 8 ml / kg de peso para as mulheres e 9 ml / kg de peso para os homens.

O volume máximo admitido para uma doação é de 450 ml ± 50 ml, aos quais podem ser acrescidos de até 30 ml para realização dos exames laboratoriais exigidos pelas leis e normas técnicas

A doação de sangue não engrossa nem afina o sangue

Doando sangue você não ganha nem perde peso

Mulheres podem doar sangue mesmo no período menstrual

A doação de sangue não oferece ao doador nenhum risco de contrair doenças infecciosas.

Portanto, você não corre risco de contrair AIDS ou Hepatite com a doação de sangue

Cinco são as etapas para uma doação de sangue: cadastro (ou registro) do doador, triagem clínica (inclui teste de anemia, verificação da pressão arterial, batimentos cardíacos, peso, temperatura e questionário sobre sua saúde), voto de auto exclusão, doação propriamente dita e lanche pós doação

Todo o processo de doação de sangue dura cerca de uma hora.

O sangue doado é testado para seis doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue: Hepatite B, Hepatite C, HIV, HTLV, Sífilis e Doença de Chagas

Mulheres representam menos de 40% dos doadores de sangue no Brasil

De cada 10 candidatos à doação de sangue que comparecem na Fundação Pró-Sangue, 08 estão aptos para doar e dois estão temporária ou definitivamente inaptos para doar

Anemia é a principal causa de inaptidão à doação de sangue na Pró-Sangue

Ainda não há nenhum substituto para o sangue humano