Transgênicos: Querem impedir você de saber o que está consumindo

Nos últimos dias tem chegado às prateleiras de todo o Brasil as primeiras embalagens de óleos de soja rotuladas como transgênicos. Depois de dois anos de espera e desrespeito a Lei de Rotulagem as empresas finalmente cumprem a lei de rotulagem de 2004.
Segundo a lei 4.680/03, em vigor desde abril de 2004, produtos que contenham mais de 1% de matéria-prima transgênica devem trazer essa informação no rótulo, com a presença do símbolo T em meio a um triângulo amarelo.
Mas esse importante passo para que seja respeitado o direito do consumidor pode terminar quando for aprovada a proposta de decreto legislativo 90/2007 da senadora Kátia Abreu (DEM-TO) . Quem faz o alerta é o Greenpeace.
Segundo a organização de defesa do meio ambiente esse projeto pretende acabar com a obrigação das empresas de informarem nos rótulos de seus produtos o uso ou não de matéria-prima transgênica em sua fabricação além de acabar com a obrigação de informar nos rótulos que os produtos tenham sido fabricados com animais alimentados com ração transgênica.
Segundo Gabriela Vuolo coordenadora da campanha de Engenharia Genética do Greenpeace “O consumidor tem o direito de saber o que está comprando e comendo, e as empresas têm que respeitar esse direito, fornecendo essa informação. Apesar de estar em vigor desde 2004, a lei de rotulagem vem sendo desrespeitada pela maioria das empresas”. Ela lembra também que as únicas empresas que se adequaram a lei – Bunge e Cargill – o fizeram apenas parcialmente e mesmo assim só depois de decisão judicial.” Essas empresas só rotularam seus óleos de soja Soya, Liza e Veleiro como transgênicos em janeiro de 2008, depois de muita pressão do Greenpeace.
Lei a a matéria completa no site do GREENPEACE aqui
O greenpeace convida os brasileiros para que se manifestem enviando carta de protesto a todos os senadores.
FONTE: GREENPEACE
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Pisada na bola da Turma do Pânico

Achei uma tremenda pisada na bola a turma do pânico fazer aquelas misturas com o leite e darem uns aos outros para beber durante o programa.
Prá quem não viu, o que aconteceu é que insistiram durante vários minutos na idéia absurda de que se misturarmos qualquer coisa no leite na proporção de 30% não será perceptível e pode-se consumir sem maiores problemas. Aí foram misturando perfume, óleo de motor, espuma de barbear, restos de barba, batom, e outras porcarias no leite. Batiam no liquidificador para misturar e passavam a incentivar os colegas a tomarem a estranha bebida resultante.

Pois essa brincadeira estúpida, se é que foi feita realmente (tenho minhas dúvidas) poderia ter causado sérios problema de saúde em qualquer um dos participantes do programa. Mas até aí tudo bem. Cada um toma o que quiser e se quiserem tomar veneno de rato com o leite o problema é deles.

Mas o que não pode é sair insinuando e falando na TV que se pode misturar qualquer coisa no leite que pela natureza do produto ele vai neutralizar qualquer efeito maléfico. Tudo pode ter sido uma grande ironia, mas um adolescente ou mesmo criança que estivesse assistindo pode vir a fazer a mesma experiência e terminar parando num hospital ou coisa pior.

Aí vão dizer: Problema dos pais que deixam crianças acordadas até essa hora… É hipocrisia achar que nenhuma criança ou adolescente assisite ao programa.

A brincadeira de mal gosto pode muitas vezes ter resultados desatrosos. Lembram da vez que alguns garotas se incendiaram ao tentar repetir uma prova do domingão do faustão? Pois é….

A Sabrina Sato tomou o leite com perfume depois de tanto insistirem e ficou com a garganta ardendo. A mulher Samambaia tomou leite com óleo de motor de automóvel e depois ficou reclamando que tinha um gosto de óleo na boca. Outro tomou leite com batom, creme de barbear,etc e por aí foram naquela besteira que cheguei a mudar de canal.

Ainda bem que não misturaram methanol como aconteceu há alguns anos com uma cachaça que terminou matando umas 15 pessoas por esse Brasil afora.

Aditivos no Refrigerante aumentam a Hiperatividade nas Crianças

Cientistas ingleses concluem que certos aditivos químicos encontrados em alimentos podem piorar o comportamento hiperativo em crianças na idade de 3 a nove anos.

Uma equipe da Universidade de Southampton afirmou esta semana que testes em mais de 300 crianças mostraram diferenças importantes em seus comportamentos ao ingerirem refrigerantes contendo corantes e conservantes artificiais.

“Estas descobertas mostram que esse efeito não afeta apenas crianças que já tenham um alto grau de hiperatividade, mas também pode ser percebido tanto em indivíduos com qualquer grau de hiperatividade quanto na população em geral” afirmaram os pesquisadores em seu estudo publicado pelo  Lancet Journal.

A equipe do Dr Jim Stevenson que tem estudado os efeitos causados nas crianças pelos aditivos usados pela indústria alimentícia, fez duas misturas para serem testadas em um grupo de crianças de 3 anos e num segundo grupo composto de crianças com idade de 8 a nove anos.

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