Video: Bebe mata cobra com os dentes

(assista aqui o vídeo da reportagem da Tv bandeirantes sobre esse incrível caso do bebê que mata uma cobra com os dentes)
O fato impressionante aconteceu na zona rural do município de Pedro Leopoldo em Minas Gerais.

Uma cobra coral medindo cerca de 1 metro de comprimento atacou um bebê de nove meses enquanto ele brincava com sua irmã no chão de sua casa.

Sua mãe contou que estava em outro cômodo da casa enquanto o seu bebê brincava próximo a um fogão a lenha quando de repente começou a ouvir os gritos da filha. Correu para o que ver o que estava acontecendo e se deparou com uma cena chocante. Uma cobra coral estava toda enrolada no braço do menino que mantinha a cabeça do animal entre seus dentinhos. Conta a mãe que o bebê estava rindo enquanto colocava e tirava a cobra da boca como se fosse um brinquedo.

Ela então pegou seu filho no colo e junto com o marido e alguns vizinhos correram para um hospital em busca de socorro tendo em vista que o menino havia sido picado na boca e na mão pela cobra.

Ele teve que ser internado por dois dias na CTI do Hospital Infantil João Paulo II, em Belo Horizonte, mas no momento passa bem.

A médica que atendeu a ocorrência, contou que o menino chegou ao hospital com quadro grave de intoxicação com secreção na boca tendo sofrido inclusive uma parada respiratória causada pelo veneno da cobra.
A cobra é que não teve nenhuma sorte: chegou morta no hospital devido as mordidas que o pequeno e heróico bebê lhe deu.

Conforme explicou o médico do Centro de Toxicologia do HPS, e presidente da Sociedade Brasileira de Toxicologia, Délio Campolina, o veneno produzido por uma cobra adulta da espécie que atacou a criança tem capacidade de matar até mesmo um boi de meia tonelada.

Segundo ele a gravidade da picada da coral é proporcional a quantidade de veneno injetado e da varia conforme a resistência da vítima. Ele explicou também que no caso deste menino, o fato de ele ter sido atendido rapidamente com um tratamento eficiente foi fundamental para que ele sobrevivesse. Disse também que em média dois ataques de cobra coral são registrados por ano no HPS, representando 1 % do total de casos.

Notícia publicada em: Super Notícia edição de 25/07/2008

Anúncios

Cães Assassinos Matam mais uma Criança e o apelo de Paulo Santana


Já está mais do que na hora de darmos um basta a esta sequência de mortes de adultos e crianças por cães assassinos. Não é possível que nossa sociedade continue aceitando pacatamente que essas feras sanguinárias, especialmente pitbulls e rottweillers (mas nesta lista podemos incluir filas, dobermans e outros) continuem ceifando a vida de pessoas por esse Brasil afora. Nesta semana foi em Dois Irmãos aqui mesmo no Rio Grande do Sul. Uma menina foi estraçalhada por um cão da raça rottweiller num sítio onde seus pais eram caseiros.

Várias outras mortes e mutilações vêm acontecendo há anos com a conivência de nossos legisladores que já deveriam há muito tempo proibir que sejam aceitas essas feras como animais de estimação.


Lembro do terrível que aconteceu no município de Gravataí há alguns meses em que um menino foi atacado pelo Rotweiller da família enquanto tentava soltar a pata do animal que estava presa num arame.

O garoto foi mordido no pescoço e o animal não o soltou mais. Vários curiosos assistiram a cena durante vários minutos sem que tomassem a iniciativa de tirar a crianças dos dentes da fera. Quando a polícia militar chegou foi dado um tiro no cão que mesmo assim não soltou a indefesa vítima. Um segundo tiro foi dado na cabeça do animal que somente morto soltou a criança que veio a falecer a caminho do hospital.

Agora uma cena semelhante. Enquanto a criança era estraçalhada em em Dois Irmãos (RS) foi dado alguns tiros no animal que mesmo assim não a soltou.
Somente depois atingido mortalmente ele então larga a vítima que morre também em seguida.

Até quando vamos permitir essas atrocidades? Basta! Criem-se leis que proibam a criação dessas feras sanguinárias e imprevisíveis que embora pareçam dóceis, basta um evento qualquer para desencadear seus instintos assassinos e incontroláveis.

Você que é pai, e tem filhos pequenos convivendo com esses animais tem que se livrar dessas feras antes que a tragédia visite sua casa.

Abaixo transcrevo a coluna do jornalista gaúcho Paulo Santana publicada no Jornal Zero Hora em que ele faz mais uma vez um um apelo para que seja proibidas essas feras em nossa sociedade:


ASSASSINATOS EVITÁVEIS – Paulo Santana (Jornal Zero Hora 30/12/2007)

Mais uma criança foi morta nos últimos dias pelos dentes de um cão feroz: uma menina de sete anos de idade foi estraçalhada na véspera de Natal por um cão rotweiller, na cidade de Dois Irmãos (RS).

O incrível é que o dono do sítio e da fera assassina declarou após o homicídio culposo que a menina “sabia que não podia estar naquele lugar”.

Como é que é? A minina não podia estar naquele lugar?

Será que o dono do sítio onde houve o massacre (e dono do cão) não sabe que quem não pode estar naquele lugar do sítio e nem em qualquer lugar da Terra não era menina, mas exatamente o rottweiller?

Nós temos que depressa nos conscientizar de que não podemos permitir se quisermos ser uma sociedade civilizada, que continuem a freqüentar nosso meio socialos pitbulls e rotweillers.

Cansei já de narrar os sofrimentos que crianças e adultos padecem em poder desses cães assassinos.

Essa criança ficou dezenas de minutos sendo dilacerada pelas mandíbulas e dentes cortantes e perfurantes desse cão chacinador.

A dor que uma criança ou um adulto sente ao ter cravados em seu corpo os dentes dessas feras é inenarrável. Ninguém suporta.

A vítima pede prá morrer, durante 10,20 minutos, até que alguém a socorra. Pede para morrer para parar de sentir dor e para parar de sentir medo, pânico, terror.

E foi tanta a dor dessa criança de Dois Irmãos, que quando deram vários tiros no rotweiller, que nem mesmo assim soltou a criança, ela já tinha morrido. Ou seja, daí a que fossem buscar o revólver, ela sofreu, ela se martirizou, ela foi sendo aos poucos, lentamente, torturada, até que morreu chegando atrasado o socorro. E se tivesse chegado a tempo o socorro, o que restaria da criança mutilada seria mais trágico do que o cadáver.

Parem de criar e manter em casa esses cães, já que não adianta mais apelar ao poder público insensível.

Parem, parem de uma vez por todas.

Isso atenta contra a razão e as humanidades.

Por que não param de assassinar os cúmplices desses assassinatos, que criam esses cãe?

Por que não param? Vão querer matar todas as crianças e metade dos adultos do mundo?

Por que não param?

Parem. Cães assassinos de donos irresponsáveis. Dizem-me que os cães não são culpados dessas chacinas que não param mais. Acho isso certo.

Mas os verdadeiros culpados, os donos dessas feras, vão continuar matando? Matando, torturando, massacrando?

Quando é que essa estupidez vai ter fim?

Paulo Santana – Jornal Zero Hora Dominical 30-12-2007
ASSINE ZERO HORA

Agora eu pergunto: Até quando vamos conviver com essas mutilações e mortes causadas por essas feras que deveriam estar no zoológico e não nas residências onde aguardam apenas o momento de explodirem sua fúria contra qualquer pessoa que esteja ao seus alcances?

Publicado em Criança. 8 Comments »

Livro o Clube do bang Bang e a foto da criança observada pelo urubu na áfrica

O Clube do bangue – bangue
Greg Marinovich – João Silva
Editora – Companhia das letrasTradução – Manuel Paulo Ferreira
Foto tirada por Kevin Carter que lhe rendeu o prêmio Pulitzer de jornalismo em 1993. A imagem foi obtida no Sudão durante uma caravana que levavam alimentos a refugiados.

Ao término do sangrento período do regime do Apartheid na África do Sul, quatro competentes fotógrafos que eram ao mesmo tempo amigos e rivais,uniam-se para enfrentar o perigo que representava a cobertura da violência que irrompia implacável
na região . Uma revista teria publicado que eles eram os paparazzis do bang bang. Mais tarde a própria revista troca a expressão para ‘Clube do Ban Bang’ em referência ao trabalho que os fotógrafos desenvolviam em meio a tiroteios e atrocidades constantes.

Os destemidos fotógrafos tiraram algumas das mais inesquecíveis fotografias de guerra deste período da história. Esse destemor que trouxe-lhes a fama internacional teve um preço alto.
Em abril de 1994, apenas alguns dias depois que um deles, Kevin Carter, recebeu o prêmio Pulitzer, Greg Marinovich e seu parceiro de fotografias Ken Oosterbroek foram feridos a tiro enquanto faziam a cobertura de um tiroteio nas imediações de Johannesburgo.

Quando Oosterbroek tombou fatalmente atingido, João Silva ficou dividido entre tirar fotos de seu colega ou levá-lo para uma área segura.
Três meses depois, Carter, que estava comemorando o prêmio Pulitzer quando seu melhor amigo morria, suicidou-se. Usando uma mangueira ele fez com que a fumaça do escapamento o asfixiasse dentro do seu carro.
A foto acima também foi agraciada com o prêmio Pulitzder e foi tirada por Greg Marinovich no exato momento em que um homem após ter sido perseguido e incendiado pela multidão leva uma golpe de facão na cabeça .

No livro The Bang-Bang Club, Marinovich e Silva refletem sobre sua jornada política, emocional e pessoal ao longo desses anos violentos a medida que a Africa do Sul andava em direção a uma democracia não-racial. Na trajetória dos fotógrafos do Clube do bang bang, estão além da áfrica do sul outras regiões conflagradas como a ex-Yugoslavia e o Sudão onde Carter fez a mundialmente famosa foto da criança definhando de fome que é observada de perto por um abutre que parece aguardar pela sua morte.
O livro propõe um profundo questionamento sobre a atitude do fotógrafo diante dos fatos que presencia. Quão longe se pode ir para perseguir uma boa imagem? Quando o jornalista deve deixar de lado sua imparcialidade e se envolver?
Esses e outros dilemas instigam a leitura do livro Clube do Bang Bang.
Publicado em Criança, Fotos. 16 Comments »

Criança Prodígio toca música brasileira Tico-Tico no Fubá

Neste vídeo uma menina de etnia oriental (lê-se japinha) toca a música brasileira Tico-Tico no Fubá de Zequinha de Abreu.

É impressionante como uma criança tão pequena consegue executar difíceis frases musicais com seus pequeninos dedinhos. Nota-se que o esforço que ela faz para alcançar grandes intervalos no teclado com sua mãozinha pequena.

Criança Prodígio toca música brasileira Tico-Tico no Fubá

Neste vídeo uma menina de etnia oriental (lê-se japinha) tocao clássico brasileiro Tico-Tico no Fubá de Zequinha de Abreu.
É impressionante como uma criança tão pequena consegue executar difíceis frases musicais. Nota-se que o esforço que ela faz para alcançar grandes intervalos no teclado com sua mãozinha pequena.
É realmente uma crianaça-prodígio

Animações Feitas Quadro a Quadro Utilizando Soldadinhos de Brinquedo

Pois eu estava aqui com minha câmera digital tentando fazer algumas animações frame a frame usando os soldadinhos de brinquedo do meu filho. De vez em quando bate uma saudade do tempo em que eu era criança e brincava com os meus soldadinhos de plástico. Pensei: porque não trazê-los à vida novamente fazendo uma animação tipo ‘stop motion’ utilizando minha máquina fotográfica?
Prá quem não é exercício de paciência e refinamento. Bater várias fotos dos soldadinhos em várias posições prá depois ao mostrá-las em squência gerar uma animação.
Muita coisa entra na jogada. Desde possuir um roteirozinho para o filme ficar interessante até aspectos de animação, etc.
Depois de algumas tentativas descobri que tenho muito ainda que aprender. Aí encontrei esta série de videos amadores feitos com os mesmos soldadinhos de plástico que eu estou tentando transformar em atores de animação quadro a quadro:
Sensacional. Apesar de toda limitação de se fazer uma animação com pouquíssimos recursos os caras mandaram bem nestas animações. Confere aí…

Nesta animação acima os autores utilizaram soldadinhos de plástico mesmo animados quadro a quadro.

Nesta outra mostrada acima foram utilizados recursos de animação por software em modelagem 3D combinadas com objetos reais. O cara fez para participar de um festival de filmes no colégio que estuda e premiado com esta paródia do filme Resgate do Soldado Ryan.

E este último é um dos melhores. São 20 soldadinhos verdes contra 300 beges. A animação é toda feita em stop motion, quadro a quadro. Os efeitos de tiro e sangue foram colocados via software.

Criança sem cérebro completa um ano de vida desafiando as previsões

Fotos Celio Messias e Joel Silva/Folha Imagem

Amanhã, dia 20 de novembro a menina Marcela de Jesus Galante Ferreira vai completar 1 ano de vida. Ela é um bebê gordinho que ouve, sorri, reage à luz, senta-se normalmente, emite sons e tenta ficar de pé. Esses poderiam ser os indicativos de que Marcela fosse uma criança normal mas infelizmente não é.

Ela é portadora de uma anomalia congênita chamada anencefalia, ou ausência de cérebro, confirmada por exame de ressonância magnética feito na semana passada. Embora alguns especialistas ainda questionem o diaganóstico de anencefalia devido às atividades exercidas pela crianaça.

O bebê resiste resiste graças às funções básicas mantidas pelo tronco encefálico, a única estrutura do sistema nervoso de que dispõe. Composto de fibras nervosas, o tronco encefálico garante os batimentos cardíacos, a respiração e alguns movimentos de sucção. Nada mais. Os bebês anencéfalos, em geral, não duram mais do que três semanas. Marcela é um caso raro na medicina.

Seu caso estimula ainda mais o protesto de grupos anti-aborto já que a justiça permite a interrupção da gestação quando é diagnosticada a anencefalia. Marcela foi, inclusive, o símbolo de uma passeata antiaborto organizada em São Paulo, em março passado, que reuniu 5.000 fiéis católicos, espíritas e evangélicos. O geneticista Thomaz Gollop, especialista em medicina fetal do Hospital Albert Einstein afirma que “É impossível prever quanto o corpo da garotinha vai resistir. Mas é certo que a sua deformidade é absolutamente letal e, contra ela, não há escapatória”.. Para a medicina, Marcela é apenas uma exceção por sua resistência acima da média esperada para casos similares.

LEIA A MATÉRIA COMPLETA NESTE LINK