Nova Técnica Cirúrgica Pode Acabar com "Corcunda"


Uma nova técnica cirúrgica promete corrigir a cifose, curvatura da parte superior das costas, normalmente observada em idosos. O neurocirurgião Eduardo Barreto trouxe a técnica para o Brasil há cerca de um ano e explica que o procedimento compensa o desgaste das vértebras causado pela osteoporose. “As pessoas idosas vão se curvando ao longo dos anos. Isso ocorre porque as vértebras, que são quadradas, se quebram na parte frente e a coluna vai envergando. Trata-se de fraturas por compressão da coluna que causam o que chamamos de cifose progressiva”, conta Barreto.

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Saúde:Travesseiro Anti Ronco

Li essa notícia no portal MSN e pensei: “Seus Problemas Acabaram…”. Mas acho que não é bem assim. Na verdade o tal travesseiro anti-ronco inventado pelos japoneses trata-se apenas de um dispositivo que ‘avisa’ o roncador quando este começa a roncar.
O travesseiro anti-ronco, France Bed, traz sensores que conseguem detectar os roncos e começa a vibrar, isso faz com que o sonoro dorminhoco mude de posição e pare ou diminua o volume do seu ronco.Além de três níveis de vibração, a invenção traz também um microfone que permite gravar a incômodo ronco.
Funciona com quatro pilhas AAA que duram cerca de 8 horas. Pesa 700 gramas e mede 510x326x80mm o preço no mercado japonês é de cerca de US$ 290.
Na prática não resolveria o meu principal problema com o ronco: acordar com frequência no meio da noite o que compromete o meu sono e me deixa muitas vezes cansado no dia seguinte. Aliás esse tal travesseiro anti-ronco France Bed provavelmente iria piorar o meu sono pois a cada vez que eu começasse a roncar ele vibraria e me acordaria.

Mas já estou tomando outras providências para voltar a dormir bem. Voltei às caminhadas e a controlar a alimentação, fazendo um esforço prá perder peso pois sem dúvida a obesidade é um dos principais fatores que provocam o ronco.

Via TECHGURU

A Polemica da Lei da Biosegurança

No relatório do ministro Carlos Brito do Supremo Tribunal Federal, relator no caso da ação direta de Inconstitucionalidade proposta contra o artigo 5º da “Lei da Biossegurança”, são citados dois trechos pronunciados por cientistas que sintetizam a posição das partes que discordam quanto o que representa o embrião humano fertilizado in-vitro:

O primeiro é um trecho da explanação proferida pela Drª Mayana Zatz, professora de genética da Universidade de São Paulo:

“Pesquisar células embrionárias obtidas de embriões congelados não é aborto. É muito importante que isso fique bem claro. No aborto, temos uma vida no
útero que só será interrompida por intervenção humana, enquanto que, no embrião congelado, não há vida se não houver intervenção humana. É preciso haver intervenção humana para a formação do embrião, porque aquele casal não conseguiu ter um embrião por fertilização natural e também para inserir no útero. E esses embriões nunca serão inseridos no útero. É muito importante que se entenda a diferença”.

O segundo trecho citado pelo ministro relator é da Drª Lenise Aparecida Martins Garcia, professora do Departamento de Biologia Celular da Universidade de Brasília que repsenta a corrente que se opõe a Lei da Biosegurança no que se refere a pesquisa com células tronco de embriões fecundados em laboratório:

“Nosso grupo traz o embasamento científico para afirmarmos que a vida humana começa na fecundação, tal como está colocado na solicitação da Procuradoria. (…) Já estão definidas, aí, as características genéticas desse indivíduo; já está definido se é homem ou mulher nesse primeiro momento (…). Tudo já está definido, neste primeiro momento da fecundação. Já estão definidas eventuais doenças genéticas (…). Também já estarão aí as tendências herdadas: o dom para a música, pintura, poesia. Tudo já está ali na primeira célula formada. O zigoto de Mozart já tinha dom para a música e Drummond, para a poesia.

Tudo já está lá. É um ser humano irrepetível”.

Estes dois trechos mostram resumidamente que a discussão é muito ampla tendo todos os lados suas razões e justificativas sejam científicas, religiosas ou morais.

O artigo em discussão e que foi objeto da ação direta de inconstitucionalidade é esse:

“Art. 5o É permitida, para fins de

pesquisa e terapia, a utilização de células tronco

embrionárias obtidas de embriões humanos

produzidos por fertilização in vitro e não

utilizados no respectivo procedimento,

atendidas as seguintes condições:

I – sejam embriões inviáveis; ou

II – sejam embriões congelados há 3

(três) anos ou mais, na data da publicação

desta Lei, ou que, já congelados na data da

publicação desta Lei, depois de completarem 3

(três) anos, contados a partir da data de

congelamento.

§ 1o Em qualquer caso, é necessário

o consentimento dos genitores.

§ 2o Instituições de pesquisa e

serviços de saúde que realizem pesquisa ou

terapia com células-tronco embrionárias humanas

deverão submeter seus projetos à apreciação e

aprovação dos respectivos comitês de ética em

pesquisa.

§ 3o É vedada a comercialização do

material biológico a que se refere este artigo

e sua prática implica o crime tipificado no art.

15 da Lei no 9.434, de 4 de fevereiro de 1997.”


O argumento do autor da ação é de que esses dispositivos contrariam “a inviolabilidade do

direito à vida, porque o embrião humano é vida humana, e faz ruir fundamento maior do Estado democrático de direito, que radica na preservação da dignidade da pessoa humana”

Quem quiser ler na íntegra o relatório e voto do Ministro Carlos Ayres Brito pode baixar ou acessá-lo no seguinte endereço:

http://www.stf.gov.br/arquivo/cms/noticiaNoticiaStf/anexo/adi3510relator.pdf

Anunciada Novo Medicamento Capaz de Aliviar Sintomas da Demencia em Minutos

Uma nova descoberta pode sugerir novos rumos no tratamento de pacientes de Alzheimer. Num estudo publicado recentemente, cientistas americanos do Instituto de Pesquisa Neurológica e no Departamento de Neurologia da University of Southern California (EUA), relatam que injetaram o medicamento etanercepte na espinha de um paciente de 81 anos que sofre de demência em estágio avançado e constataram observaram após alguns poucos minutos uma importante melhora em sua memória .

Primeiro os médicos avaliaram o desempenho do paciente em testes cognitivos antes de administrarem a injeção com o medicamento. Antes, o doente não conseguia lembrar nem mesmo o nome do médico que lhe tratava, tampouco ele lembrava do ano atual ou o Estado onde morava. Fora isso, o paciente tinha dificuldades em cálculos simples e não consguia identificar mais de duas espécies de animais.

Apenas dez minutos depois do remédio começar a fazer efeito já era possivel perceber uma melhora geral no paciente pois ele se mostrava mais mais calmo, mais atento e significativamente melhor humorado. Passou a se lembrar que morava na Califórnia além do dia da semana e do mês. Passou a identificar também cinco animais além de ter uma significativa melhora em testes de cálculo.

O novo remédio age suprimindo a ação do fator de neurose tumoral alfa (TNF), substância encontrada em índices elevados em pacientes com o Mal de Alzheimer.

A esposa do paciente ficou tão entusiasmada com os resultados dos testes que chegou a afirmar que a melhora parecia “uma história de ficção científica”. “Ele não era a mesma pessoa, estava mais esclarecido e organizado. Quase caímos da cadeira quando vimos o que aconteceu”, contou ela. Declaração semelhante foi dada pelo filho do paciente que afirmou que a reação do pai logo após a injeção foi “a coisa mais memorável que eu já vi”.

Os médicos alertam que embora a pesquisa seja altamente promissora, o sucesso com o uso dessa substância em apenas um paciente não significa que o tratamento será eficaz em todos os pacientes que sofrem de demência.

Neil Hunt, da Alzheimer Society, afirma que é crucial levar o estudo adiante e que novas pesquisas sejam desenvolvidas antes de chegar a qualquer conclusão sobre o TBF alfa e o desenvolvimento do Mal de Alzheimer.

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Criança sem cérebro completa um ano de vida desafiando as previsões

Fotos Celio Messias e Joel Silva/Folha Imagem

Amanhã, dia 20 de novembro a menina Marcela de Jesus Galante Ferreira vai completar 1 ano de vida. Ela é um bebê gordinho que ouve, sorri, reage à luz, senta-se normalmente, emite sons e tenta ficar de pé. Esses poderiam ser os indicativos de que Marcela fosse uma criança normal mas infelizmente não é.

Ela é portadora de uma anomalia congênita chamada anencefalia, ou ausência de cérebro, confirmada por exame de ressonância magnética feito na semana passada. Embora alguns especialistas ainda questionem o diaganóstico de anencefalia devido às atividades exercidas pela crianaça.

O bebê resiste resiste graças às funções básicas mantidas pelo tronco encefálico, a única estrutura do sistema nervoso de que dispõe. Composto de fibras nervosas, o tronco encefálico garante os batimentos cardíacos, a respiração e alguns movimentos de sucção. Nada mais. Os bebês anencéfalos, em geral, não duram mais do que três semanas. Marcela é um caso raro na medicina.

Seu caso estimula ainda mais o protesto de grupos anti-aborto já que a justiça permite a interrupção da gestação quando é diagnosticada a anencefalia. Marcela foi, inclusive, o símbolo de uma passeata antiaborto organizada em São Paulo, em março passado, que reuniu 5.000 fiéis católicos, espíritas e evangélicos. O geneticista Thomaz Gollop, especialista em medicina fetal do Hospital Albert Einstein afirma que “É impossível prever quanto o corpo da garotinha vai resistir. Mas é certo que a sua deformidade é absolutamente letal e, contra ela, não há escapatória”.. Para a medicina, Marcela é apenas uma exceção por sua resistência acima da média esperada para casos similares.

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Criança Nasce com 4 braços e 4 pernas assista ao vídeo

Após uma exaustiva cirurgia de 24 horas, cirurgiões indianos liderados pelo médico Sharan Patil tiveram êxito na operação de uma menina de dois anos que nasceu com quatro braços e quatro pernas.

A equipe de 30 cirurgiões da cidade de Bangalore removeram os membros extras e conseguiram preservar seus órgãos além de terem reconstituído a região pélvica da criança.

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Foto e video da Menina com 4 braços e 4 pernas

Após uma exaustiva cirurgia de 24 horas, cirurgiões indianos liderados pelo médico Sharan Patil tiveram êxito na operação de uma menina de dois anos que nasceu com quatro braços e quatro pernas.

A equipe de 30 cirurgiões da cidade de Bangalore removeram os membros extras e conseguiram preservar seus órgãos além de terem reconstituído a região pélvica da criança.

Por receio dos moradores da população local que é extremamente supersticiosa e já estarem considerando a menina uma reencarnação de uma deusa hindu, os pais da criança a mantinham escondida em sua casa numa área rural ao norte da índia. Houve inclusive propostas de comprá-la para exibi-la num circo.

A pequena Lakshmi nasceu unida pelo pélvis a uma “gêmea parasita” que parou de se desenvolver no útero da mãe. O feto sobrevivente absorveu os membros, rins e outros órgãos do feto subdesenvolvido. As chances de sobrevivência neste raro caso da medicina eram boas devido ao fato de que a menina não estava unida ao outro feto pelo coração ou cérebro.


Após uma noite inteira de esforços, neurologistas conseguiram separar as espinhas unidas, enquanto cirurgiões ortopedistas removiam a maior parte da “parasita”, separando órgãos e estruturas que pertenciam a Lakshmi.

Mas as complicações foram ainda maiores. Os médicos além de reconstituir a parte inferior do tronco da menina, tiveram que transplantar um rim bom da gêmea em Lakshmi. Os médicos adiantam que mais adiante ela precisará de nova cirurgia para dar uma forma normal aos pés, permitindo que ela caminhe sem problemas.

Pessoas nascidas com deformidades no interior da Índia são muitas vezes vistas como reencarnações de divindades.

Lakshmi foi batizada com o nome da deusa hindu da boa sorte, cuja aparência é retratada com quatro braços.Segundo contou seu pai ela é tratada como uma deusa na vila.
Assista abaixo o vídeo sobre a cirurgia da menina:

Via: REPÓRTER DIÁRIO