Qual o melhor presente pra namorada ou esposa?

O Melhor Presente para Namorada ou Esposa: Saiba escolher.

Se você acha que sabe escolher o melhor presente para sua esposa ou namorada pode ir revisando seus conceitos.
Um estudo de pesquisadores alemãos publicado no Journal of Consumer research (EUA) indica que quanto mais próximo você for de alguém, maior é o risco de errar na escolha de um presente para essa pessoa.

A dificuldade na escolha do presente certo se deve ao fato de que o excesso de informação que se tem da pessoa faz com que sejam ignoradas as pistas deixadas por ela.

A pesquisadora de relacionamento Sherri Athlay, autora do livro ‘Present Perfect’ (O Presente Perfeito) afirma que “Presentes não são bem vindos quando vêm intitulados: ‘Eu sei mais de você do que você mesmo'”. “Mulheres constumam associar mensagens aos presentes, então saiba antes a mensagem que quer passar e depois parta para a escolha”.
Se ela só usa prata, dar uma jóia de ouro só mostra que você não presta atenção nela.

Anote sugestões que você percebe ao observar sua mulher.”

Fonte: Revista Men’s Health

Anúncios

Sorriso atrai as mulheres

Um estudo da Universidade de Aberdeen na Escócia liderado pelo doutor Ben Jones mostra que a simpatia do homem pode de fato lhe fazer ficar mais ‘bonito’.
Os especialistas em relacionamentos afirmam que homens ao lado de mulheres sorridentes tornam-se mais atraentes para outras
mulheres. Os psicólogos que fizeram o estudo mostraram que por questões de competitividade feminina, se as mulheres sorriem para um homem é sinal que ele é mais atraente.
No estudo realizado, as mulheres tiveram que escolher fotos de homens interessantes. A seguir, foi-lhes solicitado que avaliassem as fotos dos mesmos rapazes, só que dessa vez ao lado de mulheres sorrindo prá eles. Os que constavam em fotos com mulheres sorridentes foram os preferidos.

Fonte: Revista Men’s Health

Como Discutir com Uma Mulher


>*MULHER : Se eu morresse você casava outra vez?
>MARIDO: Claro que não!
>MULHER: Não?! Não por quê?! Não gosta de estar casado?
>MARIDO: Claro que gosto!
>MULHER: Então por que é que não casava de novo?
>MARIDO: Está bem, casava…
>MULHER: (com um olhar magoado) Casava?
>MARIDO: Casava. Só porque foi bom com você…
>MULHER: E dormiria com ela na nossa cama?
>MARIDO: Onde é que você queria que nós dormíssemos?
>MULHER: E substituiria as minhas fotografias por fotografias dela?
>MARIDO : É natural que sim…
>MULHER: E ela ia usar o meu carro?
>MARIDO: Não. Ela não dirige…
>MULHER: !!!! (silêncio)
>MARIDO: ( em pensamento ) Fudeu !!!
>
>MORAL DA HISTÓRIA:
>
>JAMAIS prolongue um assunto com uma mulher…
>
>apenas abane a cabeça ou diga ‘A-HAM’ ou ‘ HUM-HUM’*

Texto sobre as Mulheres Que circula na Internet não é de Rita Lee

Mais um daqueles textos legais que circulam na Internet e que atribuem a autoria a alguém famoso para teoricamente valorizar ainda mais o que está escrito.

O artigo referido é de autoria da deputada petista Heloneida Studart (foto) e já havia sido publicado em 2001 no Jornal do Brasil. Recebi-o apenas recentemente. Na versão que recebi estava atribuida erronemanete a autoria à cantora e compositora Rita Lee.

O texto possui alguns pontos polêmicos como atribuir à genitália do homem a razão de sua tendência à guerras, violência. É discutível também a posição da autora quanto às cirurgias plásticas. A meu ver é um recurso proporcionado pela ciência em favor da estética e da beleza.
Faz quem quer. Quem se sente bem do jeito em que está não precisa fazer.
De qualquer forma é um texto que nos faz refletir sobre algumas questões importantes quanto ao papel da mulher na sociedade.
Eis o texto na íntegra:

O PODER DESARMADO

Eu tinha 13 anos, em Fortaleza, quando ouvi gritos de pavor. Vinha da
vizinhança, da casa de Bete, mocinha linda, que usava tranças. Levei apenas
uma hora para saber o motivo. Bete fora acusada de não ser mais virgem e os
dois irmãos a subjugavam em cima de sua estreita cama de solteira, para que
o médico da família lhe enfiasse a mão enluvada entre as pernas e decretasse
se tinha ou não o selo da honra. Como o lacre continuava lá, os pais
respiraram, mas Bete nunca mais foi à janela, nunca mais dançou nos bailes e
acabou fugindo para o Piauí, ninguém sabe como nem com quem.
Eu tinha 14 anos, quando Maria Lúcia tentou escapar, saltando o muro
alto do quintal de sua casa, para se encontrar com o namorado. Agarrada
pelos cabelos e dominada, não conseguiu passar no exame ginecológico. O
laudo do médico registrou “vestígios himenais dilacerados” e os pais
internaram a pecadora no reformatório Bom Pastor para “se esquecer do
mundo”. Esqueceu, morrendo tuberculosa.

Tais episódios marcaram para sempre a minha consciência e me fizeram
perguntar que poder é esse que a família e os homens têm sobre o corpo das
mulheres. Antes, para mutilar, amordaçar, silenciar. Hoje, para manipular,
moldar, escravizar aos estereótipos. Todos vimos, na televisão, modelos
torturados por seguidas cirurgias plásticas.
Transformaram os seios em alegorias para entrar na moda da peitaria
robusta das norte-americanas. Entupiram as nádegas de silicone para se
tornarem rebolativas e sensuais. Substituíram os narizes, desviaram
costelas, mudaram o traçado do dorso para se adaptarem à moda do momento e ficarem irresistíveis diante dos homens. E com isso, Barbies de fancaria,
provocaram em muitas outras mulheres ­ as baixinhas, as gordas, as de óculos
­ um sentimento de perda de auto-estima.

Isso exatamente no momento em que a maioria dos estudantes
universitários (56%) é composta de moças. Em que mulheres se afirmam na
magistratura, na pesquisa científica, na política, no jornalismo. E no
momento em que pioneiras do feminismo passam a defender a teoria de que é
preciso feminizar o mundo para torná-lo mais distante da barbárie
mercantilista e mais próximo do humanismo.
Por mim, acho que só as mulheres podem desarmar a sociedade. Até porque
são desarmadas pela própria natureza. Nascem sem pênis, sem o poder fálico,
tão bem representado por pistolas, revólveres, punhais. Ninguém diz, de uma
mulher, que ela é espada. Ninguém lhe dá, na primeira infância, um fuzil de
plástico, como fazem com os meninos, para fortalecer sua virilidade. As
mulheres detestam o sangue, até mesmo porque têm que derramá-lo na
menstruação ou no parto. Odeiam as guerras, dos exércitos regulares ou das
gangues urbanas, porque lhes tiram os filhos.

É preciso voltar os olhos para a população feminina como grande
articuladora da paz. E para começar, queremos, neste mês de março, pregar o
respeito ao corpo da mulher. Respeito às suas pernas que têm varizes porque
carregam lata d`água e trouxa de roupa. Respeito aos seus seios que perderam
a firmeza porque amamentaram crianças, ao seu dorso que engrossou, porque
ela carrega o país nas costas. São mulheres que imporão um adeus às armas,
quando forem ouvidas e valorizadas. E puderem fazer prevalecer a ternura de
suas mentes e corações.

Heloneida Studart é escritora, ensaísta, teatróloga e jornalista. Foi deputada estaduaPremiada como uma das mulheres que mais lutaram pela justiça social no Brasil, Heloneida foi uma das indicadas em 2005 ao Prêmio Nobel da Paz. Fundadora do movimento feminista no Brasil, tem criado leis que beneficiam as mulheres, como a Lei 2648 que garantiu o exame de DNA para mães de baixa renda.