Basquete no Colégio São Paulo Anos 80

A foto acima foi enviada pelo amigo Belcino para acabar de vez com as dúvidas de quem eram os camaradas que estão na foto abaixo. Na foto acima então estão de pé (da esquerda para direita): Joní(??), Nando, Arlei, Téio, Nato (na sombra), Janjão e Elton. Agachados: Kíki (com a bola) , Telo e Eu (Daniel).

Esta foto eu peguei emprestada do Orkut do nosso amigo Belcino Cunha. Tive que colocá-la aqui. É uma foto realmente emblemática porque representa a época em que nos divertíamos muito, especialmente nos sábados à tarde, jogando basquete nas canchas de esporte do Colégio São Paulo (Bairro Niterói, Canoas RS).

Na foto vou tentar identificar alguns, embora minha memória possa cometer algum erro.

Da esquerda para a direita de pé: Belcino, Arlei (Boca), Elton, Janjão, (este eu não sei) e Kíki de testeira e camiseta branca.

Agachados estão: Nato (?), Daniel (Eu, com a bola), Telo e Nando (com o skate).Agora acho que está certo (corrigido conforme consenso debatido por e-mail ) .

Que saudade desse tempo em que uma das maiores preocupações era se teríamos gente suficiente prá montarmos 2 times e jogar por algumas horas…

Lembro que ao final desses jogos de basquete no colégio das irmãs nas tardes de sábado já começávamos a combinar como seria a festa à noite. Era frequente alguém saber de alguma festa que iria rolar e avisar a turma.

Nem precisava que alguém fosse convidado. Algumas das lembranças mais engraçadas que tenho dessa época são de festas que entramos de penetra (ou tentamos entrar).

Como naquela vez no salão paroquial da igreja São Paulo que fomos chegando na manha perto das churrasqueiras até que um cara falou:

-” O que vocês estão esperando? Vão lá servir a carne…” e nos passou um bandeja de carne assada que foi devidamente desviada para a praça Dona Mocinha e compartilhada entre os camaradas….

Ou quando eu e o Beto entramos num aniversário também no mesmo Salão Paroquial na maior cara dura.

Lá pelas tantas os olhares dos convidados começaram a se dirigir inquisitoriamente para nossas ilustres presenças.

Foi então que montaram uma espécie de comissão e vieram nos interpelar:

“– Tão dizendo que vocês não foram convidados…” disse o porta-voz da tal comissão.

E eu:

“– Na verdade meu primo Almiro foi convidado e não chegou ainda.”

Não deixava de ser uma meia-verdade pois Almiro (no caso o nosso saudoso amigo Nenê) tinha sido mesmo convidado conforme nos falou. Mas ele não sei porque não viria na festa mesmo. E isso também não tinha nada a ver porque quem estavam ali era eu e o beto, de olho nos salgadinhos sobre a mesa.

Pois aí o tal “porta-voz” voltou pro grupinho de inquisidores e começou a confabular com o semblante cada vez mais sério.

Eu olhei pro alemão Beto e ele já tava não era nem vermelho, mas roxo de vergonha.

Sentindo que a nossa batata tava quase assada, eu propus pro Beto:

–“Aeh, meu vâmo sair fora.” e comecei a dar de mão nuns salgadinhos e por nos bolsos.

Enquanto isso o cara voltou e mandou a gente se retirar.

Com os bolsos cheios de salgadinhos fomos saindo meio a contragosto abandonando a festa…

Nem sei direito porque emendei a histórias das tardes de basquete com as vezes que entramos de penetra nas festas.

O fato é que toda vez que alguma lembrança vêm desse passado tão nostálgico, outras histórias vêm junto, fragmentadas, e transcrevo-as aqui assim mesmo, do jeito que me visitam o pensamento…

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Ontem (sábado, 15 de março 2008) nos encontramos no Bar do Amadeo. Estávamos EU, NAto, Álvaro e Vinicius. Depois de algum tempo fomos prá pizzaria defronte o Barzão (na Dr Barcelos, Canoas). Lá estávamos eu e o Nato tomando umas cevas e surgiram: Vinicius, Spiss (sei lá se é assim que se escreve) e o Belcino.

Depois de um papo cabeça que envolveu arte moderna, surrealismo, pontilhismo, impressionismo, museus de Londres, Louvre, Van Gogh, Pollock, Gauguin, séries de TV, Lost, CSI, etc, eu tive que me despedir e ir prá casa.

Eles, certamente atravessaram a rua na sequência e foram pro Barzão.

Quem souber o que aconteceu depois, comenta aqui…

Abração

Daniel

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Video:Rafinha e a banda Miptrock-Musica:Olhos fechados (letra)

Este é o video clipe da banda do Rafinha (Rafael Ribeiro) integrante da casa do Big Brother Brasil 8 (BBB8) programa apresentado pela rede globo de televisão.
A letra da música está aqui também confira abaixo:

Letra da Música Olhos Fechados.

O que você me faz,
O que sempre te fez sentir o fim.

Não posso me esconder e nem me enganar pra sempre
Eu quero sim, descobrir.

Refrão:
Vem me mostra porque se foi?
Vem e aposta no nosso amor.

Sozinho aqui estou pensando em você
Me sinto bem
Não posso me esconder nem me entregar pra sempre
Eu quero sim, descobrir.

Refrão.
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Faça o Download da música Olhos Fechados aqui